ESCRITOR AUGUSTO CURY - AVANTE - PRESIDENTE

ESCRITOR AUGUSTO CURY é candidato(a) a Presidente pelo AVANTE nas Eleições 2026.

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ESCRITOR AUGUSTO CURY

AUGUSTO JORGE CURY

Cargo Atual: PRESIDENTE
Número da Urna: 70
Candidatura: 2026

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

AVANTE

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
02/10/1958
Gênero
MASCULINO
Estado civil
CASADO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR COMPLETO
Ocupação declarada
ESCRITOR E CRÍTICO
Estado de nascimento
SP

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

-
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

2026 - PRESIDENTE

AVANTE | UF: BR

Votação Obtida: Não apurado (Não apurado)

Declaração Patrimonial Recente

Nenhum bem patrimonial declarado encontrado para este candidato.

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Sem despesas de campanha registradas.

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Sem receitas de campanha registradas.

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 AGUARDANDO JULGAMENTO R$ 889.440.308,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 200 páginas

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Sumário
CULTURA DA PAZ EM UMA SOCIEDADE POLARIZADA E ADOECIDA ................. 3
INTRODUÇÃO .............................................................................................. 6
PRINCIPAIS TESES PARA CONSTRUIR O BRASIL DOS NOSSOS SONHOS ........ 36
PROJETO 1 - A REVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO .................................................. 68
PROJETO 2 - BRASIL NEUROINCLUSIVO ....................................................... 81
PROJETO 3 - MULHERES VIVAS .................................................................... 86…

Ler mais do texto

PROJETO 4 - SECRETARIA EXECUTIVA (OU NOVO MINISTÉRIO) DO
EMPREENDEDORISMO E DA ECONOMIA DISTRIBUÍDA ................................. 95
PROJETO 5 - COMUNIDADES EMPREENDEDORAS DO BRASIL ..................... 105
PROJETO 6 - BRASIL OÁSIS: REVOLUÇÃO NO SEMIÁRIDO. ........................... 114
PROJETO 7 - BEE: BRASIL EMPREENDEDOR NAS ESTRADAS - UMA REVOLUÇÃO
TURÍSTICA E ECONÔMICA NA MALHA RODOVIÁRIA BRASILEIRA ................. 120
PROJETO 8 - AGROINDÚSTRIA BRASIL ........................................................ 126
PROJETO 9 - BCOO: BRASIL COOPERATIVISMO ........................................... 131
PROJETO 10 - BRASIL EXPORTADOR ........................................................... 140
PROJETO 11 - EMBAIXADAS EMPREENDEDORAS: PEE ................................. 146
PROJETO 12 - PLANO DE COMBATE MUNDIAL DA FOME .............................. 157
PROJETO 13 - TELE SAÚDE BRASIL: TRANSFORMAR O BRASIL NA MAIOR TELE
MEDICINA DO MUNDO, DESAFOGANDO O SUS .......................................... 161
PROJETO 14 - PREVENÇÃO E DETECÇÃO PRECOCE DO CÂNCER: SOCIEDADE
ESTÁ ABRAÇANDO (SEA) ........................................................................... 166
PROJETO 15 - ENERGIAS RENOVÁVEIS DO BRASIL: PENER-BR ..................... 175
PROJETO 16 - PETRA BR: TERRAS RARAS E MINERAIS ESTRATÉGICOS DO BRASIL
................................................................................................................ 178
PROJETO 17 - FLORESTA VIVA – BR ............................................................. 182
PROJETO 18 - FATO: FORÇA ALERTA TOTAL.................................................. 186
QUEM É AUGUSTO CURY? ......................................................................... 194





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CULTURA DA PAZ EM UMA SOCIEDADE POLARIZADA E ADOECIDA
Durante décadas estudei a mente humana, a construção dos pensamentos, os
bastidores inconscientes da emoção e os fenômenos que transformam seres
humanos brilhantes em prisioneiros de suas próprias ideias. Observei pacientes,
líderes, empresários, jovens, educadores, religiosos, pobres e ricos. Observei
também a política. E confesso: poucas vezes vi a humanidade tão emocionalmente
adoecida.
As democracias estão cansadas. As famílias estão fatigadas. Os jovens estão
desesperados. As redes sociais se transformaram em arenas emocionais. As
divergências deixaram de produzir reflexão e passaram a produzir ataques. As
ideologias deixaram de ser ferramentas de análise e passaram a funcionar como
prisões psíquicas.
Muitos acreditam que o mundo está dividido em dois barcos: um de direita e outro
de esquerda. Mas isso é uma ilusão perigosa. Estamos todos no mesmo barco,
chamado família brasileira. Se ele afundar, afundaremos juntos. Não haverá bote
salva-vidas ideológico.
Mais de 90% dos mais importantes projetos não têm cor partidária, de direita, de
esquerda ou de centro; são suprapartidários e devem ser projetos de Estado, de
longo prazo e estruturais para o desenvolvimento do Brasil.
Por exemplo, a dor da mulher, que, sofre feminicídio - em 2025, dados oficiais
preliminares registraram 1.568 feminicídios no Brasil, ou seja, quatro a cinco
mulheres assassinadas por dia. E recebe, em média, remuneração inferior à dos
homens no mercado de trabalho exercendo as mesmas funções, não tem viés
partidário.
A dor dos professores e das professoras, que perderam a autoridade em sala de aula
e que não foram devidamente treinados nem valorizados, inclusive com melhores
salários, também não tem viés partidário.
A dor dos jovens desesperançados também não. Aqui destaco que, em 2025, quase
8 milhões de jovens, entre 15 e 29 anos de idade, nem trabalham nem estudam,
segundo dados do IBGE. Trata-se de uma realidade tão grave e cruel que precisa ser
enfrentada com urgência. Mais uma vez, essa não é uma questão de direita, de
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esquerda ou de centro, mas de uma política de Estado comprometida em
revolucionar a educação.
Da mesma forma, a dor dos brasileiros que, em alguns casos, aguardam mais de 50
dias para serem atendidos por um médico especialista em nosso belo Sistema Único
de Saúde (SUS) também exige uma solução suprapartidária.
A dor do agricultor e do comerciante, que muitas vezes possuem uma lucratividade
inferior a 10% e enfrentam um custo anual de financiamento de, no mínimo, 20%
para manter seus negócios, precisa ser enfrentada por líderes que amem muito mais
a sociedade do que suas ideologias políticas.
Aprendi, ao longo da vida, a lutar pelos mais vulneráveis, pela dignidade humana,
pela justiça social e por valores fundamentais como a liberdade de expressão, a
liberdade econômica, a meritocracia, a produtividade, a responsabilidade fiscal e a
estabilidade institucional.
• Por que escolher apenas um lado do oceano da inteligência humana?
• Por que não extrair o melhor das duas correntes?
• Por que transformar adversários em inimigos?
• Por que idolatrar líderes políticos como se fossem semideuses?
• Por que permitir que o radicalismo destrua a capacidade de pensar?
Não proponho neutralismo. Neutralidade absoluta diante das dores humanas pode
ser covardia intelectual. Também não proponho um comportamento morno. O
morno frequentemente se omite diante das injustiças. O que proponho é algo mais
complexo e mais difícil: maturidade emocional e inteligência política. Meu coração
abraça os valores sociais mais nobres da esquerda. Minha mente valoriza os pilares
econômicos e institucionais mais sólidos da direita. E minha consciência rejeita o
extremismo dos dois lados.
Este programa não foi escrito para promover. Foi escrito para provocar reflexão e
propor soluções. Foi escrito para libertar o pensamento sequestrado pelo
radicalismo. Foi elaborado para defender a democracia, a dignidade humana e a
capacidade de dialogar.
A humanidade precisa urgentemente da cultura da paz: reaprender a discordar sem
destruir, trocar o ódio pelo debate, a humilhação pela escuta, a guerra emocional
5

pela construção de pontes. O extremista grita! O sábio pensa! O fanático aponta
inimigos! O estadista constrói futuros.
Convido você a entrar comigo nesta jornada. Não como alguém de direita ou de
esquerda. Mas como um ser humano disposto a pensar. Pois quem aprende a pensar
se torna livre. E quem se torna livre jamais permitirá que ideologias aprisionem sua
consciência.

Augusto Cury
























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INTRODUÇÃO
O BRASIL NÃO ESTÁ EM DOIS BARCOS
Criou-se uma das maiores ilusões políticas da história moderna: acreditar que
existem dois barcos navegando em oceanos separados, um chamado direita e outro
chamado esquerda. Essa divisão emocional contaminou famílias, amizades,
escolas, universidades e até igrejas. Pessoas passaram a acreditar que o adversário
ideológico deve ser destruído e não compreendido. O debate foi substituído pelo
ataque. A reflexão foi substituída pelo cancelamento. O diálogo perdeu espaço para
os gritos. As redes sociais amplificaram impulsos agressivos. A inteligência coletiva
começou a adoecer silenciosamente. E milhões passaram a viver aprisionados em
bolhas emocionais.
A mente humana possui necessidade intensa de pertencimento. Precisamos sentir
que fazemos parte de grupos. Isso é natural e saudável. O problema surge quando a
identidade política se torna mais importante que a identidade humana. Nesse
momento, o indivíduo deixa de pensar como cidadão e passa a agir como torcedor.
A racionalidade diminui. A emoção domina. O “nós contra eles” se fortalece. A
empatia desaparece. O opositor deixa de ser alguém com ideias diferentes e passa
a ser visto como ameaça moral. Assim nascem os extremismos.
Observei durante décadas que a mente humana mente. Ela distorce fatos. Interpreta
a realidade conforme desejos ocultos. Filtra informações para proteger crenças pré-
existentes. Quanto mais radicalizada uma pessoa se torna, menos capacidade
possui de ouvir argumentos diferentes. O extremista não busca compreender. Busca
confirmar suas convicções. Não deseja refletir. Deseja vencer. E quando a
necessidade de vencer supera a necessidade de pensar, nasce a ditadura emocional
das ideologias.
A história humana está repleta de tragédias produzidas pelo fanatismo político.
Jovens alemães foram doutrinados pelo nazismo e passaram a denunciar famílias
amigas de judeus. Revoluções prometendo igualdade produziram perseguições e
mortes. Ditaduras de direita e de esquerda torturaram opositores em nome de
projetos supostamente nobres. A ideologia, quando se torna radical, desumaniza. E
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quando o ser humano perde sua humanidade, torna-se capaz de justificar qualquer
violência.
Não estou defendendo ausência de convicções. Convicções são fundamentais.
Uma sociedade sem princípios mergulha no caos. O que questiono é a idolatria
ideológica. Nenhum pensador humano é infalível. Nenhum partido político possui
monopólio da virtude. Nenhum líder merece adoração cega. Todos somos falíveis.
Todos erramos. Todos temos zonas obscuras na inteligência. Precisamos aprender a
defender ideias sem destruir pessoas.
A esquerda nasceu denunciando injustiças sociais profundas. Lutou por
trabalhadores explorados, acesso à educação, dignidade e proteção dos
vulneráveis. A direita destacou a importância da liberdade econômica, da
responsabilidade individual e da segurança institucional. Ambas tocaram em
necessidades humanas reais. Ambas também cometeram excessos históricos. Por
isso, rejeito a ideia de que um lado concentra toda luz e o outro toda escuridão. A
realidade humana é mais complexa.
O Brasil sofreu profundamente com essa polarização emocional. Amigos deixaram
de se falar. Famílias se dividiram. Pessoas passaram a odiar desconhecidos apenas
por símbolos políticos. Muitos não perceberam que estavam sendo manipulados
emocionalmente por narrativas de medo. O medo é uma das ferramentas mais
poderosas da política. Líderes radicais precisam criar inimigos permanentes. Sem
inimigos, perdem relevância emocional. Por isso estimulam tensão contínua.
As redes sociais agravaram esse fenômeno. Nunca tivemos tanto acesso à
informação e tão pouca capacidade de contemplação. Nunca recebemos tantos
estímulos por minuto. O cérebro cansado se torna impulsivo. O excesso de
informações reduz a reflexão profunda. A emoção acelera. A paciência diminui. O
pensamento crítico enfraquece. E nesse cenário, frases agressivas ganham mais
atenção do que ideias equilibradas. O algoritmo recompensa a indignação.
Precisamos urgentemente reconstruir a inteligência coletiva. Precisamos
reaprender a ouvir. Precisamos defender convicções sem demonizar pessoas.
Precisamos abandonar a ilusão de que existem dois barcos navegando
separadamente. Estamos no mesmo barco chamado sociedade humana. Quando a
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violência aumenta, ela atinge todos. Quando a economia colapsa, todos sofrem.
Quando a saúde emocional piora, ricos e pobres adoecem juntos.
Meu desejo é que este plano de governo provoque uma revolução silenciosa. Não
uma revolução armada, mas uma revolução da consciência. Quero desafiar você a
pensar além das bolhas ideológicas. Quero convidá-lo a proteger sua capacidade de
refletir. O extremismo produz barulho. A sabedoria produz legado. O fanático deseja
vencer debates. O sábio deseja construir pontes. E somente quem constrói pontes
pode ajudar a humanidade a atravessar seus abismos.
A primeira ferramenta para atravessar a polarização é o DCD: duvidar, criticar e
determinar. Duvidar das narrativas automáticas. Criticar os pensamentos radicais.
Determinar ser livre para pensar antes de reagir. Quem não duvida das próprias
certezas pode se tornar prisioneiro delas.
Kant diria que a maturidade humana começa quando temos coragem de usar o
próprio entendimento. Nietzsche advertiria que multidões podem transformar a
covardia em virtude e o ódio em identidade. Heidegger perguntaria se estamos
vivendo de forma autêntica ou apenas repetindo os discursos impessoais do "se diz",
"se pensa" e "se odeia". Viktor Frankl lembraria que nenhuma ideologia pode retirar
do ser humano seu sentido existencial mais íntimo: escolher, corajosamente, sua
atitude diante das circunstâncias. Tolstói nos recordaria que a paz social começa na
reforma íntima, na capacidade do Eu — especialmente do político — de ver o outro
apenas como um adversário de ideias, e não como um inimigo a ser abatido. Gandhi
proporia uma resistência pacífica para que a paz falasse mais alto do que as armas
e os ataques pessoais, reconstruindo uma nação. Martin Luther King iria às ruas de
Brasília, conduzindo líderes que hoje se digladiam a lutar pelo mais nobre dos
sonhos: a família brasileira, mitigando a guerra de egos e transformando as
divergências na beleza da democracia. E eu, Augusto Cury, inspirado por todas essas
teses, proporia um pacto nacional para mudar a mente do confronto para a cultura
da paz. Viveríamos a tese de que, na essência, somos iguais e trabalharíamos em
conjunto — direita, centro e esquerda —, enquanto, nas diferenças, aprenderíamos
a nos respeitar.
Portanto, quando afirmo que não estamos em dois barcos, estou propondo uma
ferramenta de saúde psicossocial e de política coletiva: sair do pensamento binário
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e entrar no pensamento complexo. O radicalismo empobrece a mente. A Gestão da
Emoção amplia o território da consciência. Ninguém pode ser um grande líder no
teatro social se, primeiramente, não for um grande líder no teatro psíquico.
Menos ego e mais inteligência coletiva. Menos necessidades dos políticos, pagos
pelo contribuinte, atendidas e mais necessidades das crianças, dos adolescentes,
dos pais e de todos os profissionais deste país continental.

O VALOR DA LIBERDADE E MERITOCRACIA: AS TESES DA DIREITA
A direita surgiu enfatizando algo fundamental para a sobrevivência das sociedades:
a liberdade. Liberdade econômica. Liberdade de empreender. Liberdade de criar.
Liberdade de produzir riqueza. Sem liberdade, a criatividade humana enfraquece.
Povos excessivamente controlados perdem inovação. A história mostra que
sociedades que sufocaram completamente a iniciativa individual frequentemente
produziram pobreza, medo e estagnação. A liberdade é um alimento essencial da
inteligência humana. Quando ela desaparece, o pensamento adoece.
Adam Smith percebeu que indivíduos buscando seus interesses econômicos podem
movimentar desenvolvimento coletivo. A livre iniciativa estimulou avanços
tecnológicos impressionantes. Empresas criaram soluções extraordinárias. O
empreendedorismo gerou empregos. Milhões saíram da pobreza em países que
estimularam produção, inovação e mercado. O lucro, quando acompanhado de
ética, pode ser poderoso motor de desenvolvimento humano.
A direita também enfatizou responsabilidade individual. Essa ideia possui
profundidade psicológica importante. Pessoas precisam desenvolver autonomia.
Precisam compreender que suas escolhas possuem consequências. Uma
sociedade que transfere toda responsabilidade ao Estado enfraquece iniciativa
pessoal. O ser humano amadurece quando aprende a administrar riscos, superar
dificuldades e construir caminhos próprios. O excesso de dependência pode
infantilizar emocionalmente cidadãos.
Outro valor importante da direita é a responsabilidade fiscal, embora no Brasil a
maior parte dos políticos enquadrados no campo da direta não tenham sido capazes
de conduzir o país com essa responsabilidade. Gastar indefinidamente sem
equilíbrio econômico produz inflação, endividamento e colapso financeiro. E
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quando a economia quebra, os pobres sofrem primeiro. Muitos governos
prometeram benefícios imediatos ignorando sustentabilidade financeira. O
resultado frequentemente foi desemprego, desvalorização da moeda e aumento da
pobreza. Sonhos sociais sem planejamento econômico podem transformar
esperança em tragédia.
A direita também valoriza segurança jurídica e estabilidade institucional e, da
mesma maneira, muitos políticos de direita acabaram se desviando desse propósito.
Investidores precisam confiar nas regras do jogo. Empreendedores precisam de
previsibilidade. Sem segurança institucional, empresas reduzem investimentos. A
insegurança afasta crescimento. Países fortes economicamente normalmente
possuem instituições relativamente estáveis. O respeito às leis e contratos ajuda
sociedades a prosperarem.
Outro ponto relevante é o reconhecimento da importância da família e das tradições
sociais. A família saudável é uma das maiores escolas emocionais da humanidade.
Crianças emocionalmente protegidas possuem maiores chances de desenvolver
estabilidade psíquica. Sociedades que desprezam completamente seus valores
culturais frequentemente entram em crise de identidade coletiva. Nem toda tradição
é atraso. Algumas tradições preservam vínculos humanos essenciais.
Mas a direita também possui armadilhas perigosas. Quando transforma o mercado
em divindade absoluta, corre o risco de desumanizar relações. Nem tudo pode ser
reduzido a lucro. O ser humano não é máquina financeira. Existem dores emocionais
que não aparecem nos indicadores econômicos. Existem jovens ricos
profundamente deprimidos. Existem empresários milionários emocionalmente
falidos. O dinheiro pode comprar conforto, mas não necessariamente saúde
emocional.
Outro risco ocorre quando a meritocracia é apresentada de forma simplista. Nem
todos começam a corrida da vida do mesmo ponto. Algumas crianças nascem em
ambientes estáveis, outras em cenários profundamente violentos. Algumas
possuem acesso à melhor educação. Outras crescem cercadas de abandono.
Ignorar desigualdades estruturais produz arrogância social. O mérito existe, mas
oportunidades iniciais também influenciam trajetórias humanas.
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A direita contemporânea também pode cair na armadilha da insensibilidade
emocional. Quando o discurso econômico ignora sofrimento humano, nasce um
capitalismo frio. Um sistema econômico eficiente, mas incapaz de acolher
vulneráveis, produz desertos afetivos. A produtividade precisa servir ao ser humano
e não o contrário. A economia deve ser instrumento da vida, não finalidade absoluta
da existência. O próprio capitalismo superou essa barreira com a doutrina do estado
de bem-estar social. Em maior ou menor medida, os países capitalistas
compreenderam a necessidade de compatibilização do bem-estar social com o
lucro para que seja sustentável.
Apesar dessas críticas, continuo acreditando profundamente no valor da liberdade
econômica, do empreendedorismo e da responsabilidade fiscal. Minha mente
reconhece que sociedades sustentáveis precisam produzir riqueza, estimular
criatividade e respeitar instituições. O desafio não é destruir o mercado. O desafio é
humanizá-lo. Precisamos construir uma economia forte sem perder sensibilidade
humana. Precisamos aprender que liberdade e compaixão não são inimigas. São
necessidades complementares de uma civilização inteligente.
A liberdade econômica, sem gestão da emoção, pode se transformar em egoísmo
sofisticado. Mas a proteção social, sem responsabilidade, pode se transformar em
dependência coletiva. A mente saudável não escolhe extremos; aprende a integrar
forças.
A ferramenta da Gestão da Emoção para este capítulo é a autorresponsabilidade
so

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Arquivo dentro do pacote: 2026BR280002551547_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.

Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.

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Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
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