RENAN SANTOS - MISSÃO - PRESIDENTE

RENAN SANTOS é candidato(a) a Presidente pelo MISSÃO nas Eleições 2026.

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RENAN SANTOS

RENAN ANTONIO FERREIRA DOS SANTOS

Cargo Atual: PRESIDENTE
Número da Urna: 14
Candidatura: 2026

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

MISSÃO

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
14/02/1984
Gênero
MASCULINO
Estado civil
SOLTEIRO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR INCOMPLETO
Ocupação declarada
EMPRESÁRIO
Estado de nascimento
SP

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 795.089,00 (2026)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

2026 - PRESIDENTE

MISSÃO | UF: BR

Votação Obtida: Não apurado (Não apurado)

Declaração Patrimonial Recente

Ano Tipo Descrição Valor
2026 Outros créditos e poupança vinculados OUTROS CRÉDITOS E POUPANÇA VINCULADOS R$ 300.000,00
2026 Bem relacionado com o exercício da atividade autônoma BEM RELACIONADO COM O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE AUTÔNOMA R$ 275.329,00
2026 Outras participações societárias QUOTAS DE SOCIEDADE R$ 119.760,00
2026 Quotas ou quinhões de capital QUOTAS DE CAPITAL R$ 100.000,00
Patrimônio total declarado (2026): R$ 795.089,00

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Sem despesas de campanha registradas.

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Sem receitas de campanha registradas.

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 AGUARDANDO JULGAMENTO R$ 889.440.308,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 51 páginas

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O FUTURO
É GLORIOSO
PLANO DE GOVERNO
Resumo executivo do
Livro Amarelo
Partido Missão
Brasil 2026
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SUMÁRIO
PREFÁCIO ..................................................................................................................................................03
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................05
I UM REMÉDIO AMARGO AJUSTE FISCAL..................................................…

Ler mais do texto

.....................................................09
II PRENDEU, MATOU? SEGURANÇA PÚBLICA.....................................................................................................11
III QUEM PAGA A BANDA... PACTO FEDERATIVO...............................................................................................14
IV ESCOLHE A MÚSICA LEI DE RESPONSABILIDADE GERENCIAL..............................................................................17
V PRODUTIVIDADE PELA CIDADANIA ECONOMIA E ASSISTENCIALISMO..........................................................20
VI MISSÃO RONDON INFRAESTRUTURA..........................................................................................................23
VII SUS FILA ZERO SAÚDE...............................................................................................................................25
VIII CHEGA DE SAUDADE CULTURA.................................................................................................................27
IX FORMAR ELITES, CULTIVAR O POVO EDUCAÇÃO...................................................................................30
X O NORDESTE É SOLUÇÃO ZONAS ECONÔMICAS ESPECIAIS..........................................................................34
XI CUM MENTE ET MALLEO TERRAS RARAS E INDÚSTRIA.................................................................................37
XII CELEIRO DO MUNDO AGRICULTURA E TECNOLOGIA ......................................................................................41
XIII BRASIL PODEROSO POLÍTICA EXTERNA.......................................................................................................44
XIV A BATALHA DO BRASIL DESFAVELIZAÇÃO.................................................................................................48
POSFÁCIO ............................................................................................................................................50

PARTE I ESTADO NOVO
PARTE II REFORMAS DE BASE
PARTE III PAÍS DO FUTURO
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O futuro é glorioso
Uma mensagem de Renan Santos
O futuro é glorioso; esse tem sido o mote da nossa pré-campanha. Ele remete à ideia de que podemos
realizar muito mais do que realizamos, de que o nosso país tem um imenso potencial represado e
que temos o direito e (com as próximas gerações) o dever de arrancar o país do marasmo, tarefa que
tem sido o horizonte de nosso projeto presidencial. Não se trata de um devaneio ufanista. Há, na verdade,
fortes razões para essa crença: nosso país tem porte continental, natureza exuberante, mais de 200 milhões
de habitantes e uma localização geográfica privilegiada, cercado por países de colonização ibérica e territóri-
os muito menores, que enxergam no Brasil um líder natural. Somos também a nação mais miscigenada do
mundo, um cadinho de culturas amalgamadas em relativa paz. Nossa vida social é afetiva e vibrante. Somos
um país ensolarado, interna e externamente.
Esta vocação, contudo, não tem sido levada com a devida seriedade. Falta às elites brasileiras honrar aquilo
que o Brasil pode ser. Hoje, em especial, padecemos de um problema de elites. Na política, nos encontramos
em um dos piores momentos da nossa história. Basta ver os projetos majoritários para perceber. De um lado,
um partido que governa pela quinta vez e que repete as promessas brejeiras de sempre, como picanha e cerveja,
às quais ele acrescenta algumas migalhas em benefícios sociais. O resultado é medíocre. Os problemas de grave
insegurança, má qualidade na prestação da saúde pública, baixa produtividade e desigualdades sociais brutais
não são resolvidos. São problemas estruturais que permaneceram conosco durante os governos desse partido,
de forma que apenas a fé cega indicaria alguma esperança de que ele possa resolvê-los.
De outro lado, temos um vácuo no lugar da direita, uma massa sem forma e sem qualquer projeto, uma
espécie de buraco intelectual e criativo. O que se chama de bolsonarismo é, desde o princípio, um ajuntamen-
to duvidoso de pilantras e iludidos, animado por um conjunto de ideias confusas. Seus porta-vozes repetem
platitudes e generalidades. Seus líderes estão abaixo da mediocridade. A liderança do próprio Jair Bolsona-
ro, por exemplo, foi um episódio lamentável na história deste país. Único candidato a perder uma reeleição
desde a Nova República, Jair fez um governo medíocre, no qual ele sequer teve a coragem de tentar resolver
alguma coisa. Herdeiro sem grandes méritos do movimento cívico gigantesco que tirou Dilma do poder, Jair
Bolsonaro traiu a direita em múltiplas ocasiões. Ele a traiu destruindo a Lava Jato, fortalecendo o centrão no
poder, canalizando a energia cívica de milhões e desperdiçando-a em manifestações inócuas.
O primeiro fascículo do Livro Amarelo, publicado há quase dois anos, continha um diagnóstico dramáti-
co que eu havia escrito sobre o Brasil: uma crônica despretensiosa sobre o Cruzeiro do nosso eterno “menino”
Ney virou o quadro de um país que não deu certo. A crônica comentava, em tom meio humorístico, talvez,
diríamos melhor, tragicômico, aquela festa de arromba na embarcação do craque. Loiras instagramáveis
como a Virginia, hoje namorada de outro jogador, Vinícius Júnior, dividiam as áreas VIP do MSC Preziosa
com funkeiros, como o MC Poze do Rodo e Oruam, os bardos do CV, com “empresários” como Buzeira, e com
outras figuras do mesmo estilo. Comentei que se reuníssemos todos os seguidores que o escol de artistas e
celebridades possui no Instagram, chegaríamos bem perto de atingir quase toda a população do país. Isto sig-
nifica algo, é claro. Quando boa parte da nossa população considera que as figuras que brilharam no Cruzeiro
são referências de vida, nós temos um problema.
Compreendemos a razão de ser dessa identificação. Um país com altas taxas de informalidade, produtiv-
idade baixa e onde 20% da população mora sob jugo de criminosos, um país que cultiva uma arte que remete
a vários formatos de bundas e a vários ritmos de sentada e possui a classe política amiga do Vorcaro, não
inspira grandes heróis. Lendo a minha crônica, fica claro por que as novas gerações chamam o Brasil de “bos-
til”. Não posso censurá-las por isso. Nosso país, vocacionado para a grandeza, herdeiro de um dos grandes
impérios da Era Moderna, o glorioso Portugal de Camões, possuidor de um território maior que a Europa e
recursos naturais cantados em verso e prosa, simplesmente não deu certo. A profecia de Stefan Zweig sobre
o país do futuro acabou malograda, como tantas profecias ufanistas acerca do nosso destino. Não há como
fugir desse julgamento severo. Os números não mentem.
Felizmente podemos pensar que ele não deu certo até agora. Afinal, enquanto há Brasil e há mulheres e
homens com ideias, a história se encontra aberta. Por isso, não é sem razão que, em todas as pesquisas, tenho
pontuado expressivamente entre eleitores de 16 a 24 anos. Ao propor uma ruptura geracional, arrastamos as
gerações anteriores que estiveram e ainda estão no poder para o tribunal que as julgará pelos seus feitos. O que
fizeram? O que elas lograram? E o que nos legaram? Para quem não gosta do Partido Missão, fica a reflexão
PREFÁCIO
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imparcial: se o Brasil tivesse sido governado de forma apropriada, à altura daquilo que ele é vocacionado para
ser, nem sequer o Partido Missão existiria.
O julgamento da nova geração precisa ser muito amplo. Os problemas do Brasil não são devidos exclu-
sivamente ao PT ou a Bolsonaro. São responsáveis por eles todas as elites econômicas, políticas e culturais
que, ao restabelecerem a democracia, algo por si meritório, não conseguiram ir muito além disso. Nossa de-
mocracia é, hoje, um regime formal esvaziado, com eleições compradas, maquiadas e estatísticas deploráveis
em todos os setores da administração pública. É isto o que os jovens conseguem intuir. E por isso os mais
esperançosos deles estão conosco.
Este é um estudo sério. Há nele diagnósticos detalhados sobre nossa situação e o desenho de várias
propostas para resolver nossos problemas. Mas acredito que o mais importante na publicação deste trabalho
é a mensagem que as propostas arrojadas deixam implícita. Ela é uma mensagem que conjuga esperança e
realismo, voltada a todos os brasileiros que estão cansados de acreditar em miragens.
Em minhas falas, entrevistas e participações públicas, busco mostrar que não será fácil trilhar o caminho
da grandeza, mas que é possível. Agora é a vez da nossa geração. Chega de arranjos espúrios nas antecâmaras
escondidas de uma democracia falida. Pois temos urgência pela importância da nossa tarefa: restaurar o Bra-
sil, uma missão que já animou a imaginação de tantos patriotas, de tantos homens e mulheres que aspiraram
a criar neste país uma experiência cívica e política grandiosa e única.
Renan Santos
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Um livro como plano de governo
O que é o Livro Amarelo — e como ler esta edição
SOBRE ESTE RESUMO
Este documento é uma edição condensada do Livro Amarelo, o plano de governo integral do Partido Missão —
uma obra de mais de 500 páginas de diagnóstico e propostas. Aqui reunimos as seções de abertura de cada
capítulo — o problema enfrentado e as principais propostas da Missão — para uma leitura rápida e acessível.
A Missão é o primeiro partido brasileiro a entregar um livro como plano de governo. Essa foi uma
promessa que fizemos a todos os militantes já em 2023, no Oitavo Congresso do Movimento Brasil
Livre (MBL), quando anunciamos nosso plano de fundar o partido. Prometemos que seria um par-
tido programático, íntegro e fiel à sua visão de Brasil. Que maneira melhor de cristalizar esse compromisso
do que escrevendo um livro? Os romanos já diziam: verba volant, scripta manent: as palavras voam, mas
a escrita permanece. O Livro Amarelo é feito para permanecer: para que nossos eleitores saibam que, ao
votar em qualquer candidato da Missão, não estão votando simplesmente em pessoas ou meramente em
princípios, mas em propostas práticas e executáveis, que juntas formam um projeto de Brasil determinado:
nosso melhor caminho para sentar entre as grandes potências do mundo. Esta edição corresponde, especifi-
camente, à versão do Livro Amarelo para as eleições de 2026, sintetizando as pesquisas dos seis fascículos
que a precederam e incorporando novos capítulos com material original, derivado de novas investigações e
das contribuições do próprio presidenciável, Renan Santos, que tem circulado em inúmeras entrevistas de
rádio, televisão e podcasts expondo suas ideias para o Brasil.
Vale dizer, antes de adentrarmos as três partes do livro, em que termos o Livro Amarelo melhor se define
como projeto: trata-se de um projeto contínuo e holístico de criação de um pensamento próprio no âmbito
da análise dos problemas nacionais. Para além desta obra, dossiês sediados no aplicativo Valete e planos
de governo em nível federal e estadual também integram a categoria “Livro Amarelo”. No Rio de Janeiro e
em Santa Catarina, conseguimos criar uma integração especialmente proveitosa entre pesquisadores e inte-
grantes das equipes de governo desses dois estados, e gradativamente o discurso da Missão se tornou mais
coeso e orgânico, adquirindo profundidade e sistematicidade.
O insight inicial para o Livro Amarelo surgiu da constatação, que vinha amadurecendo havia algum
tempo, de que a versão do liberalismo brasileiro, vulgarizada pela nova direita, oferecia soluções simplistas
para problemas complexos: bastava privatizar tudo, retirar o Estado de todas as áreas e proferir platitudes
sobre meio ambiente, saúde, educação, cultura e segurança, e tudo se resolveria de uma forma quase mágica.
Do lado mais conservador do espectro político, teorias da conspiração floresciam sem respaldo na realidade
concreta. Esse cenário deprimente nos deu a inspiração para trilhar um caminho próprio, cujos frutos princi-
pais foram a Revista Valete e o próprio Livro Amarelo. Do ponto de vista de seu enquadramento ideológico, o
teor do texto ainda é marcado pela adesão a pilares do pensamento liberal, em especial no aspecto econômico
(fala-se de contenção de gastos, de reforma trabalhista para flexibilizar relações de trabalho, de redução de
supersalários, de reforma administrativa e de austeridade fiscal), mas rejeitamos a versão vulgarizada que
oferecia panaceias e falava vagamente em desburocratização e privatizações, por considerá-la aquém dos
problemas brasileiros.
O Livro Amarelo não surgiu do nada. Ao longo dos últimos dois anos, contamos com a colaboração de
mais de duzentos voluntários, que produziram seis fascículos de pesquisa, debruçando-se sobre todos os te-
mas imagináveis, da história econômica do Brasil à política externa, do combate ao crime em El Salvador aos
planos de habitação de Singapura. Esses estudos iniciais nos ajudaram a construir uma compreensão coesa
do Brasil e do mundo e fecundaram as ideias que hoje compõem o coração deste livro.
O Livro Amarelo de 2026 surge, então, como um plano de governo prático: contém os principais planos
que visamos a implementar nos próximos quatro anos, se nos for concedida a confiança da população para
tal. Nele, nos debruçamos sobre os principais temas do Brasil de hoje, organizando nossa agenda completa
de reformas sob uma estrutura tripartite.
A primeira parte, intitulada “Estado Novo”, lida com as reformas mais fundamentais, que juntas con-
stituem uma efetiva reorganização do regime político brasileiro. É nosso projeto para superar, dessa vez pela
INTRODUÇÃO
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via democrática, os defeitos legados desde o Estado Novo varguista, a primeira tentativa de centralização
política e econômica da nossa República. A alusão a Getúlio Vargas, no entanto, não tem por objetivo imitar
suas soluções: reconhecemos que foi o projeto de Getúlio que forjou o Brasil industrial e moderno, e preten-
demos fazer algo similar, dentro dos limites da democracia representativa: sepultar a Nova República e forjar
um Brasil que aponte para o futuro. O primeiro capítulo, “Um Remédio Amargo”, detalha nosso plano de
ajuste fiscal, que deve ser tocado ainda no período de transição entre governos.
Em seguida, em “Prendeu, Matou?”, discorremos sobre nossa política de segurança pública, com ênfase
na aplicação do Direito Penal do Inimigo como arcabouço legal que permitirá o desmonte do crime organi-
zado e o fim dos crimes de rua. Complementam essa frente a decretação de um estado de defesa e um rol de
medidas que aumentam penas, alteram o ciclo das polícias e modificam o ingresso na carreira policial.
O par de capítulos que seguem, “Quem Paga a Banda” e “Escolhe a Música”, trata dos nossos planos
mais ambiciosos de reforma institucional: o primeiro desenvolve nossa ideia de grande consolidação ter-
ritorial, reduzindo o número de municípios e reequilibrando o pacto federativo; o segundo apresenta a Lei
de Responsabilidade Gerencial, nosso projeto que condiciona recursos partidários e até a elegibilidade dos
políticos a metas objetivas de desempenho em indicadores econômicos e sociais, como saneamento, saúde,
educação e emprego. Essas medidas respondem a uma realidade incômoda: oligarquias regionais podero-
sas acumulam poder desproporcional no Congresso e dominam seus estados sem garantir à população uma
qualidade de vida digna. É preciso, portanto, revisar radicalmente um pacto federativo que hoje premia justa-
mente os estados mais mal administrados do país.
Ao todo, os quatro capítulos iniciais colocam o Brasil no rumo certo: liberam espaço fiscal para investimen-
tos e redução de impostos, eliminam a constante ameaça do crime e o medo de andar nas ruas, e reestruturam o
sistema de incentivos da nossa política para que os representantes eleitos passem a de fato servir o povo, em vez
de aproveitarem-se dele. São reformas radicais, que rompem com as regras adotadas por sucessivos governos
da esquerda e do centrão há mais de vinte anos, efetivamente refundando nossa concepção de Estado nacional.
Em seguida, a segunda parte do Livro Amarelo trata das Reformas de Base – não os fracassados projetos
de João Goulart, mas uma nova onda de transformações modernizantes que injetem dinamismo na nossa
economia; um salto qualitativo nos serviços públicos. O capítulo 5, “Produtividade pela Cidadania”, elenca
uma série de reformas microeconômicas e regulatórias que podem destravar o nosso crescimento, com des-
taque para a reforma do assistencialismo e a substituição do Bolsa Família por frentes de trabalho remunera-
das para a população em idade economicamente ativa.
Em seguida, o capítulo “Missão Rondon” descreve os principais projetos de infraestrutura que consider-
amos essenciais para a integração regional e superação do famigerado “Custo Brasil”. Esses projetos contem-
plam a renovação dos modais de transporte, a expansão da malha ferroviária, a retomada de obras interrom-
pidas em portos e aeroportos e um melhor aproveitamento do potencial energético da nossa matriz limpa,
com a meta de elevar os investimentos em infraestrutura dos atuais 2% do PIB para, pelo menos, 4%.
Em “SUS Fila Zero” propomos uma agenda de inovação na área da saúde, com integração da inteligência
artificial para melhoria e democratização dos serviços. A proposta envolve a superação do gargalo de acesso
por meio da substituição do atual modelo de fila cronológica por um modelo de prioridade de risco, bem
como a adoção de um sistema similar ao DoctorSV, de El Salvador, que representa grande avanço tecnológico
na área com sua interface de I.A. O capítulo “Chega de Saudade” trata da nossa deformação cultural durante
as últimas décadas e de nossos projetos para restaurar a cena artística e jornalística vibrante e criativa que
já tivemos na metade do século passado. Entre as medidas concretas estão a revisão dos critérios de fomen-
to via Lei Rouanet e uma nova fusão entre o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura. Por fim, em
“Formar Elites, Cultivar o Povo”, discutimos os vícios do atual sistema educacional e uma reforma com foco
na priorização do ensino básico em relação ao ensino superior. No nível universitário, propomos a ampliação
das vagas de STEM e a substituição das cotas por um conceito de bolsas por mérito; na educação básica e
fundamental, pretendemos universalizar o exemplo exitoso do Ceará e restaurar a ordem nas salas de aula,
em um modelo capaz de elevar o Brasil nos rankings internacionais.
Somados, os cinco capítulos da segunda parte tratam das principais atribuições do Estado brasileiro.
Nossas reformas são todas pautadas por princípios simples: integração da tecnologia de ponta, redução de
entraves para a iniciativa privada e valorização das vantagens competitivas nacionais. São projetos que, se
executados, gerarão transformações de longo prazo na economia, na cultura e na saúde dos brasileiros, de-
terminando uma nova trajetória de país.
Para concretizar essa nova trajetória, é preciso também que desenvolvamos projetos ambiciosos e criati-
vos (moonshots) que simbolizem verdadeiras viradas de chave, para além das melhorias incrementais. Esses
são os temas da parte 3, “País do Futuro”, nossa tentativa de realizar

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Arquivo dentro do pacote: 2026BR280002540694_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

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Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
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