PROFESSORA LILIAM - PT - PREFEITO
PROFESSORA LILIAM é candidato(a) a Prefeito pelo PT em CASCAVEL (PR) nas Eleições 2024.
LILIAM FARIA PORTO BORGES
Espectro político
Toque em uma faixa para entender o que ela significa
PT
Federação com PT, PCdoB, PV. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.
Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.
Dados do candidato
- Data de nascimento
- 27/02/1966
- Gênero
- FEMININO
- Estado civil
- CASADO(A)
- Grau de instrução
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação declarada
- VEREADOR
- Estado de nascimento
- SP
Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.
Evolução e Histórico Político
Evolução da Votação por Eleição
Comparativo: Prefeito em 2024 (CASCAVEL / PR)
Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.
2024 - PREFEITO
PT | UF: PR
Votação Obtida: 15.384 votos (NÃO ELEITO)
2020 - VEREADOR
PT | UF: PR
Votação Obtida: 2.855 votos (ELEITO POR QP)
Declaração Patrimonial Recente
Evolução do Patrimônio Declarado
| Ano | Tipo | Descrição | Valor |
|---|---|---|---|
| 2024 | Casa | ALVENARIA FINANCIADO | R$ 250.000,00 |
| 2020 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | SPIN Active Chevrolet, 2018/2018, Renavan 01171132139 | R$ 74.000,00 |
| 2024 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | GM SPIN | R$ 74.000,00 |
| 2024 | Terreno | LOTE URBANO | R$ 33.000,00 |
| 2020 | Terreno | quota de terreno adquirido na Rua B n. 133, Estrada dos Três Porquinhos, Aracajú/SE | R$ 33.000,00 |
| 2020 | Casa | 1/6 da casa, localizada a Rua Conego Bento, 484, Mococa/SP. | R$ 7.922,22 |
| 2024 | Casa | CASA 1/6 PARTE | R$ 7.922,22 |
| Patrimônio total declarado (2020): | R$ 114.922,22 | ||
| Patrimônio total declarado (2024): | R$ 364.922,22 | ||
Prestação de Contas e Gastos
Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.
Mandato (Gastos CEAP)
Sem despesas de mandato registradas.
Gastos de Campanha
Detalhamento por tipo de despesa
| Tipo de despesa | Total | % |
|---|---|---|
| Despesa com impulsionamento de conteúdos 2020 | R$ 7.000,00 | 61,1% |
| Despesas com pessoal 2020 | R$ 2.400,00 | 20,9% |
| Publicidade por adesivos 2020 | R$ 1.000,00 | 8,7% |
| Combustíveis e lubrificantes 2020 | R$ 774,07 | 6,8% |
| Criação e inclusão de páginas na internet 2020 | R$ 143,43 | 1,3% |
| Publicidade por materiais impressos 2020 | R$ 100,00 | 0,9% |
| Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2020 | R$ 45,50 | 0,4% |
| Total geral | R$ 11.463,00 | 100% |
Maiores fornecedores
| Fornecedor | Lançamentos | Total |
|---|---|---|
| Dlocal A Serviço D Facebook Serv. On Line | 4 | R$ 7.000,00 |
| Ernesteo D Agostini Neto | 1 | R$ 1.400,00 |
| Cobra Adesivos Ltda | 1 | R$ 1.000,00 |
| Joelaini Martins Dos Reis Brasil | 1 | R$ 1.000,00 |
| J. Pegoraro Cia Ltda | 5 | R$ 774,07 |
| Hostgator Brasil Hospedagem De Sites Ltda | 1 | R$ 143,43 |
| Copex Maquinas Ltda Me | 1 | R$ 100,00 |
| #nulo | 5 | R$ 45,50 |
Receitas de Campanha
Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.
Por origem
| Tipo de despesa | Total | % |
|---|---|---|
| Recursos de partido político 2024 | R$ 1.472.202,82 | 97,5% |
| Recursos de pessoas físicas 2024 | R$ 2.000,00 | 0,1% |
| Recursos próprios 2024 | R$ 12,30 | 0,0% |
| Recursos de pessoas físicas 2020 | R$ 30.963,00 | 2,1% |
| Recursos de partido político 2020 | R$ 4.498,00 | 0,3% |
| Total geral | R$ 1.509.676,12 | 100% |
Maiores doadores
| Doador | Lançamentos | Total |
|---|---|---|
| Direção Nacional | 4 | R$ 1.461.414,29 |
| Direção Estadual/distrital | 12 | R$ 13.788,53 |
| Andreia Lysik Viega | 1 | R$ 8.000,00 |
| Diangela Menegazzi | 1 | R$ 6.000,00 |
| Nelson D Agostini | 2 | R$ 4.000,00 |
| Everton Luiz Rodrigues Ferreira | 1 | R$ 3.000,00 |
| Helaine Maruska Vieira Silva | 2 | R$ 3.000,00 |
| Alinne Martins De Souza | 1 | R$ 1.500,00 |
| Direção Municipal/comissão Provisória | 6 | R$ 1.498,00 |
| Gilsiane Quelin Peiter | 2 | R$ 1.200,00 |
Projetos de Lei Apresentados
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Presença e Votos em Plenário
Nenhum voto em plenário registrado para este político.
Frequência nas Sessões Ordinárias
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Participação em Comissões e Órgãos Legislativos
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Situação do registro da candidatura
| Ano | Julgamento | Teto legal de gasto |
|---|---|---|
| 2024 | DEFERIDO | R$ 19.790.473,00 |
| 2020 | DEFERIDO | R$ 10.018.924,00 |
Proposta de governo
Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.
POR UMA CASCAVEL DE TODAS AS VOZES
Professora Liliam Prefeita e Monica Vice
A construção de uma cidade humana, fraterna, inclusiva e
democrática só pode acontecer com a efetiva participação de toda
a população, como agentes plurais e ativos dessa construção, tendo
suas vivências e experiências ouvidas com atenção e consideradas
como balizadoras do desenvolvimento e da implementação de
políticas públicas que tornem a vida do povo cascavelense mais
leve, prática e prazerosa. É preciso que Cascavel seja a melhor
cidade para se viver por toda a sua gente, seja moradora do centro
ou dos…
Ler mais do texto
bairros, seja da área urbana ou da área rural.
Enquanto os painéis eletrônicos da propaganda oficial vendem
uma cidade dos sonhos, a realidade é um pouco diferente, bastando
enfrentar a necessidade de uma consulta de urgência numa
Unidade de Pronto Atendimento ou a tentativa de matricular um
filho num Centro Municipal de Educação Infantil próximo à
residência. E essa complexa realidade apresenta duas faces
complementares, aquela da população que não tem o acesso
eficiente aos serviços básicos, e a dos servidores públicos que
sofrem com baixos salários, sobrecarga por falta de contratação e
estrutura precária de trabalho.
A edificação de uma Cascavel do futuro exige ousadia, inovação,
planejamento e tecnologia, além de qualificação, sensibilidade,
intensidade e dedicação plena das suas gestoras, as quais precisam
conhecer a realidade do povo na própria realidade, no dia a dia, e
não apenas nos números frios das planilhas eletrônicas e na
publicidade colorida e cara que só serve às revistas de consultório.
A partir de uma concepção de cidade dívida por territórios, cada
qual com sua identidade cultural e populacional e suas
necessidades específicas, o planejamento e a governança precisam
levar em conta toda a heterogeneidade social, afinal, existem várias
cidades diferentes dentro da mesma Cascavel, com deficiências
diversas, seja em relação ao acesso aos serviços de saúde e
educação, à disponibilidade do transporte coletivo, ou mesmo em
relação aos índices de segurança e vulnerabilidade social.
É só a partir do levantamento e da sistematização das diferentes
necessidades territoriais que se pode elaborar políticas públicas
assertivas, direcionadas, integradas e abrangentes, para tornar
Cascavel uma cidade com qualidade de vida unificada, que faça
com que cada cidadão e cidadã se sinta realmente residindo na
melhor cidade para se viver.
1 – Cascavel Democrática
1.1 – Gestão Participativa
Apesar da constante expansão da tecnologia das comunicações,
inclusive como parte do incremento da qualidade de vida humana,
é preciso ter a real noção de que tal acesso acaba por se apresentar
como mais um critério de desigualdade, mais um aspecto a
aprofundar os níveis de exclusão social.
A participação popular nos processos decisórios
passa necessariamente pela democratização do acesso à
tecnologia, democratização que para ser efetiva precisa considerar
a constante atualização dos instrumentos de comunicação, com
aparelhos cada vez mais modernos e um trânsito de dados que
exige uma capacidade cada dia maior das redes de internet.
A tecnologia é instrumento imprescindível para uma efetiva
participação cidadã nos processos decisórios do Poder Público, mas
o primeiro passo é justamente a democratização do acesso a essa
tecnologia, senão tal participação continuará restrita aos mesmos
setores e camadas privilegiadas da sociedade. Para que uma gestão
participativa conte com a real diversidade social, o Município ainda
precisa lançar mão da utilização de instrumentos analógicos de
coleta, se fazendo presente em cada bairro da cidade para ouvir
cada setor social. Só com a utilização de todos os mecanismos
disponíveis, das reuniões presenciais às redes sociais, se poderá
realizar um planejamento com debates efetivamente democráticos
e um acompanhamento das políticas públicas pelas pessoas
diretamente envolvidas e atingidas.
Tal qual o acesso à tecnologia atualizada e eficiente, o acesso à
formação individual para a compreensão dos processos públicos é
essencial para uma participação cidadã efetiva. Não só, é preciso
que tais processos possam ser simplificados o máximo possível para
facilitar a apropriação da sua lógica por cada munícipe, não
obrigando cada cidadão a ter plena compreensão de cada
minucioso procedimento burocrático para poder opinar. O povo
precisa se sentir parte para poder verdadeiramente ser parte do
processo decisório.
Uma gestão moderna precisa ser facilitadora da participação
popular, colhendo e sistematizando opiniões, experiências e
perspectivas plurais, transformando-as em mecanismos de
políticas públicas no sentido mais amplo, que retornem a todo ator
social que as construiu, fazendo-o compreender na prática o
conceito mais nobre de cidadão. O Poder Público e o povo precisam
ser polos de retroalimentação constante, o que só é possível com
tecnologia, informação e interação contínua.
1.2 – Acesso à Cidade
O planejamento de uma cidade moderna deve ter em perspectiva
o dia a dia do trabalhador, daquele que desempenha suas funções
laborais no centro urbano e reside no bairro mais periférico. Uma
cidade humanizada precisa tornar a vida desse cidadão a mais
prática possível, de forma que não o obrigue a, além de trabalhar,
apenas gastar tempo em deslocamentos longos, pouco eficientes e
cansativos, que acabam por transformar a sua jornada em muito
mais que 8 horas diárias, retirando tempo precioso de descanso,
lazer e dedicação à família.
A concretização dessa perspectiva humanizadora exige que os
instrumentos públicos estejam urbanamente descentralizados,
com escolas, CMEIS, unidades básicas de saúde, centros culturais e
esportivos com fácil acesso em cada bairro residencial. De igual
forma, os meios de deslocamento precisam chegar o mais próximo
possível da porta da residência de cada cidadão, além de serem
baratos, acessíveis e ágeis, afinal o centro urbano e suas facilidades
também devem ser direito de acesso pleno de cada um, mais ainda
enquanto ainda se trabalha para a inversão da lógica centralizadora
e socialmente excludente, ou, ao menos, sua amenização.
A efetivação plena do direito ao acesso à cidade exige dos gestores
coragem e determinação para o enfrentamento de toda uma lógica
de especulação imobiliária que perpetua a existência de milhares
de terrenos centrais subaproveitados ou mesmo vazios. O direito
constitucional à propriedade privada não pode ignorar a exigência
também constitucional do cumprimento da função social dessa
mesma propriedade. É inadmissível que se empurre o trabalhador
para a periferia cada dia mais distante do centro mediante a
expansão sem critérios do perímetro urbano municipal enquanto
nada se faz para obrigar a utilização plena e eficiente dos espaços
centrais.
Uma cidade só pode ser considerada moderna, planejada
efetivamente, quando cada trabalhador consiga morar o mais perto
possível do seu local de trabalho e acessar os serviços públicos
essenciais com o menor deslocamento possível, de preferência sem
a necessidade da utilização de veículos motorizados. Tal objetivo só
pode ser concretizado com o combate à especulação imobiliária,
com a ocupação dos vazios urbanos, a descentralização dos
equipamentos públicos, o aumento da eficiência e do conforto do
transporte coletivo, bem como o estímulo à sua utilização prioritária
por meio de políticas visando a modicidade tarifária senão mesmo
o subsídio total.
2 – Cascavel Acolhedora
2.1 – Cidadania e Assistência Social
Sem o acesso pleno aos direitos sociais, não se pode falar em
igualdade. Qualquer ideia de desenvolvimento econômico justo
precisa partir da garantia a cada cidadão da satisfação das
necessidades mais básicas, de alimentação, de moradia, de saúde e
proteção. Superada essa primeira etapa, é preciso que se busque a
realização do pleno potencial individual de cada munícipe, que
depende do acesso à Educação e à Cultura.
Cabe ao Poder Público Municipal garantir que as políticas públicas
de assistência sejam efetivas, chegando a todo e qualquer cidadão
desamparado. Esse trabalho precisa ser ativo, de ligação das pontas,
com a busca-ativa, o cadastramento, o acompanhamento e a
efetivação dos instrumentos de auxílio, municipais, estaduais e
federais.
2.2 – Saúde
Os desafios do Sistema Único de Saúde passam invariavelmente
pela necessidade de financiamento de um serviço básico de
demanda constante e crescente, em consequência do aumento da
população e do seu envelhecimento. A implementação de um
sistema de saúde universal e gratuito em um país de dimensão
continental como o Brasil é sabidamente uma empreitada sem
parâmetro no mundo inteiro, que precisa ser tratada como um
processo contínuo de avaliação e aperfeiçoamento, encampado
generosamente por todos os setores da sociedade, com a devida e
honesta compreensão das dificuldades e da importância da
existência e do incremento desse sistema de atenção para o povo
brasileiro em cada pequeno município.
Cascavel não é pequena, estando entre as 100 maiores cidades de
um país com mais de 5.500 municípios. Como município grande,
enfrenta desafios de municípios grandes, se configurando como
centro regional a atender subsidiariamente os pequenos
municípios com menos capacidade do seu entorno, recebendo
mais demanda e mais recursos financeiros, não necessariamente
em proporção condizente.
Qualquer desenvolvimento de qualquer área fica comprometido
com uma saúde populacional debilitada, seja física e/ou
mentalmente. Toda atenção em saúde precisa partir da integração
das múltiplas determinações que definem uma vida saudável,
desde uma alimentação de boa qualidade, acessível e livre de
agrotóxicos, um entorno de relações saudáveis, com estímulo
público à prática de atividades físicas, passando invariavelmente
pela preservação da água e dos recursos naturais da cidade, além
do incentivo ao lazer e à confraternização, a partir da valorização
das diferenças e especificidades de cada cascavelense.
Gerir é eleger prioridades, aumentar a eficiência do gasto público e
buscar formas de aumentar o aporte orçamentário para o
atendimento satisfatório das necessidades da população, na ordem
de suas prioridades e respeitadas as suas diferenças sociais. Um
sistema de saúde eficiente se faz com planejamento territorial,
mapeamento das necessidades de cada comunidade, construção
de equipamentos em regiões assertivamente elencadas, com a
necessária contratação de servidores/as em número suficiente
inclusive para o respeito devido a férias e licenças, com profissionais
valorizados, com planos de cargos que promovam a satisfatória
evolução remuneratória ao longo da carreira e estimulem a
permanência dentro do serviço público municipal, além da
necessária estrutura de trabalho e de atendimento, com
modernização e automatização.
O fortalecimento e o aperfeiçoamento da Atenção Básica são
fundamentais, pois é a partir da resolutividade da Atenção Básica
que o sistema como um todo poderá ser mais eficiente, evitando o
desenvolvimento e o agravamento de grande parte das doenças.
Para que a Atenção Básica seja resolutiva, são imprescindíveis: o
aumento da oferta de exames, diminuição do tempo de
agendamento e do tempo de espera, por meio do incremento da
tecnologia e dos sistemas de informação; a modernização da
estrutura de trabalho e dos protocolos de atendimento das
unidades básicas de saúde, ampliação do horário de
funcionamento das UBS para além do horário comercial, com a
adequação da base territorial e a devida ampliação do número de
equipes e de unidades; além de parcerias e convênios com
instituições de ensino superior para um trabalho intensivo em
comunicação e educação para a prevenção e a conscientização.
2.3 – Segurança Pública
Uma cidade segura se constrói com políticas sociais robustas,
emprego e renda, acesso à cultura, ao esporte e ao lazer, além de
inovação e tecnologia, monitoramento, digitalização, modernização
e humanização. A Guarda Municipal precisa de efetivo reforçado,
estrutura adequada, preparação contínua e humanizada, além de
reconhecimento, remuneração e carreira dignas.
Por meio do monitoramento constante de pontos estratégicos –
acessos à cidade, terminais rodoviários, transportes coletivos,
escolas e centros de educação infantil, pontos de grande fluxo de
pessoas, arredores de estabelecimentos de concentração de jovens
e pessoas em momentos de lazer –, é possível agilidade nas
tomadas de decisão e eficiência nas intervenções.
Além de um processo formativo contínuo das forças de segurança
para a promoção da cultura da paz, é necessário que, a partir de
parcerias do poder público com ONGs e associações comunitárias,
se oferte atividades socioeducativas para uma justiça restaurativa,
com programas de mediação de conflitos e educação antimachista,
antirracista e não violenta.
3 – Cascavel Emancipadora
3.1 – Educação
Propalada como a base de qualquer sociedade, qualificada como a
área fundamental para o desenvolvimento econômico e humano de
qualquer sociedade, retoricamente referida como “o passaporte
para o futuro”, a Educação acaba escanteada no dia seguinte ao da
eleição e da posse pelos mesmos políticos que se revezaram dias
antes nas juras de amor e de investimentos. Afinal, o futuro sempre
parece distante para o político que precisa pensar na reeleição dali
a meros quatro anos.
Nessa perspectiva, toda e qualquer meta para a Educação será
sempre pouco ousada, considerando o atraso monumental que se
apresenta para uma sociedade que há muito se pretende do futuro
sem ter se dedicado a resolver decentemente sequer os problemas
do passado.
Não é possível se falar em Educação de qualidade sem que cada
profissional da área seja bem remunerado e que tenha condições
dignas de trabalho, para que consiga oferecer a cada aluno o
melhor do conhecimento e da formação. A implementação do Piso
Nacional do Magistério é medida que remonta a 2008, sendo
inadmissível Cascavel ainda não o fazer integralmente. A
contratação de profissionais em número suficiente e a reposição
em tempo hábil para o início planejado de cada novo ano letivo é
condição básica de respeito a cada professor e professora bem
como a cada aluno que conta com a Educação Pública para a sua
formação fundamental.
Além da decente remuneração e da contratação de profissionais
suficientes para o pleno desenvolvimento das atividades, a
superação de métodos vencidos e burocracias arcaicas, por meio da
disponibilização de tecnologia, atualização e automatização de
procedimentos tem o poder de melhorar incomensuravelmente a
qualidade de vida no trabalho e a qualidade do trabalho fim do
profissional do magistério. Cada minuto de preenchimento de
formulários manuais ou de acesso a sistemas pouco funcionais
retira tempo nobre de desenvolvimento das atividades do ensino e
desperdiça energia intelectual que poderia ser dedicada ao
planejamento do melhor método específico para a dificuldade de
cada aluno. Uma educação de qualidade também passa pela
confiança no compromisso e pelo respeito à formação do
profissional que fez como opção de vida o mister do magistério.
Uma Educação de qualidade deve ainda se valer de toda a
tecnologia já desenvolvida para a facilitação da apropriação ao
conhecimento estabelecido, por meio do incremento da agilidade
e da eficiência do trabalho das professoras e professores e também
pela dinamicidade e ludicidade na busca do despertar do interesse
de cada criança e adolescente. Para além de se valer da tecnologia
para o desenvolvimento das próprias funções básicas, é a própria
Educação que forma a base para o avanço necessário dessa mesma
tecnologia, podendo e devendo estimular toda a inovação possível
e a sua extensão e aplicação a todas as demais áreas do
conhecimento e da vida prática, pública ou privada, num processo
contínuo de retroalimentação e incremento das condições de vida
em todos os setores da sociedade.
A política educacional de uma cidade que visa o futuro precisa ter
sinergia com o desenvolvimento de todas as demais áreas, precisa
ser pensada, debatida e implementada para a cidadania, a cultura,
a inclusão, o meio ambiente, o trabalho, o empreendedorismo, a
inovação, a tecnologia e a autonomia. A concretização dessa
revolução educacional com foco no futuro depende de
investimento púbico na real proporção da importância e da
ousadia.
Antes de tudo isso, é preciso cumprir o básico urgentemente,
garantindo o acesso de cada criança e adolescente ao respectivo
estágio escolar, bem como o incentivo pleno a sua permanência,
com transporte eficiente, alimentação adequada, acessibilidade em
todos os aspectos, combate a toda e qualquer discriminação,
implementação de projetos para a superação das dificuldades de
aprendizado, além de ampliação do acesso à cultura e ao esporte,
em suas mais diversas vertentes.
3.2 – Cultura
A maior riqueza de qualquer cidade é o seu povo em toda a sua
heterogeneidade. As vivências artísticas precisam estar presentes
nos espaços comunitários, com troca de saberes, oficinas e eventos
locais, pelas quais se valorize as mais diversas formas de expressão
cultural e se fortaleça vínculos de lazer e socialização.
A partir das próprias unidades escolares, o desenvolvimento
integral de crianças e jovens pode ser estimulado com a ampliação
da oferta das atividades em contraturno, com processos educativos
nãoformais que busquem incluir toda a diversidade cultural, da
central à periférica, articulando o fazer pedagógico tanto com as
artes mais elaboradas quanto com a cultura popular, permitindo o
reconhecimento das diferentes referências da multiplicidade de
vozes que compõem a sociedade, incluindo imigrantes das
descendências mais diversas, nacionais ou internacionais, que
fazem de Cascavel um rico espaço de exploração de identidades e
suas diversificadas formas de manifestação cultural.
Para além de pontos culturais descentralizados e construídos a
partir da participação e dos talentos próprios aos bairros, necessária
também a descentralização da cultura acadêmica/erudita, com
museus itinerantes, teatro de rua, festivais folclóricos e exposições
de arte que cheguem até onde as pessoas estão, estimulando a
fruição intergeracional e a ampliação do processo humanizador
próprio à formação cultural.
Para os artistas locais, é urgente uma política municipal séria e
robusta de fomento, com recursos disponibilizados por meio de
editais para o desenvolvimento e implementação de projetos
culturais ou mesmo do estímulo ao patrocínio de artistas por
empresas privadas com contrapartida tributaria.
3.3 – Juventude
Com a participação ativa dos jovens em sua complexidade, é
urgente o desenvolvimento de um Plano Municipal de Juventude,
para que, a partir do entendimento das reais vulnerabilidades,
necessidades e aspirações desse grupo, se construa políticas
públicas de forma descentralizada, que os alcance em seus bairros,
com soluções objetivas, metas e prazos bem definidos.
Além disso, é preciso garantir recursos para o estímulo à produção
cultural jovem, por meio de editais e programas que incentivem e
promovam festivais, oficinas e cursos nas mais diversas áreas da
cultura jovem popular.
4 – Cascavel Sustentável
4.1 – Meio Ambiente
O noticiário escancara a emergência climática, com a natureza
cobrando o preço do abuso humano, da falta de planejamento e do
negacionismo científico. Infelizmente, as consequências atingem
indistintamente culpados e inocentes. Por outro lado, também não
distingue mais classe social, o que faz com que talvez venha a existir
alguma disposição de se repensar a busca desenfreada por lucros
por parte das corporações e a negligência delibe
Redes sociais declaradas
Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.
Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.
Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.
Fórum de Discussão do Político
Nenhuma discussão iniciada neste fórum ainda. Seja o primeiro a comentar!
Mais votados nesta disputa
Comparativo: Prefeito em 2024 (CASCAVEL / PR)
Candidatos Relacionados
Origem dos dados desta página
Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.
Dado público por força de lei
Os dados exibidos nesta página são informações públicas, cuja divulgação é determinada pela Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e pelas Resoluções do TSE sobre publicidade das candidaturas e da prestação de contas eleitorais, pela Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e pela Lei nº 13.709/2018 (LGPD, art. 7º, I e art. 23), que dispensam consentimento para o tratamento de dados de agente público ou candidato a função pública.