MARCUS PESTANA - PSDB - GOVERNADOR

MARCUS PESTANA é candidato(a) a Governador pelo PSDB em Minas Gerais (MG) nas Eleições 2022.

Visualizações: 0 no total · 0 na semana · 0 hoje
MARCUS PESTANA

MARCUS VINÍCIUS CAETANO PESTANA DA SILVA

Cargo Atual: GOVERNADOR
Número da Urna: 45
Candidatura: 2022
Pessoa Politicamente Exposta (PEP): DEPUTADO FEDERAL

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

PSDB

Federação com PSDB, Cidadania. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
13/06/1960
Gênero
MASCULINO
Estado civil
CASADO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR COMPLETO
Ocupação declarada
ECONOMISTA
Estado de nascimento
MG

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 774.000,00 (2018)
R$ 1.486.404,04 (2022)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
27
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Evolução da Votação por Eleição

Comparativo: Governador em 2022 (MG)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

2022 - GOVERNADOR

PSDB | UF: MG

Votação Obtida: 60.637 votos (NÃO ELEITO)

2018 - DEPUTADO FEDERAL

PSDB | UF: MG

Votação Obtida: 72.099 votos (SUPLENTE)

Declaração Patrimonial Recente

Evolução do Patrimônio Declarado

Ano Tipo Descrição Valor
2022 Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros) BANCO BRADESCO E BANCO DO BRASIL R$ 1.321.404,04
2018 Apartamento R$ 720.000,00
2022 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. CARRO R$ 165.000,00
2018 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. R$ 54.000,00
Patrimônio total declarado (2018): R$ 774.000,00
Patrimônio total declarado (2022): R$ 1.486.404,04

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Detalhamento por tipo de despesa
Tipo de despesa Total %
Despesas com pessoal 2022 R$ 1.171.833,00 17,3%
Despesas com transporte ou deslocamento 2022 R$ 788.352,68 11,7%
Publicidade por materiais impressos 2022 R$ 615.424,00 9,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2022 R$ 593.000,00 8,8%
Serviços prestados por terceiros 2022 R$ 455.349,20 6,7%
Despesa com impulsionamento de conteúdos 2022 R$ 381.120,00 5,6%
Criação e inclusão de páginas na internet 2022 R$ 135.200,00 2,0%
Serviços advocatícios 2022 R$ 100.000,00 1,5%
Pesquisas ou testes eleitorais 2022 R$ 76.591,17 1,1%
Publicidade por adesivos 2022 R$ 73.600,00 1,1%
Cessão ou locação de veículos 2022 R$ 62.016,80 0,9%
Locação/cessão de bens imóveis 2022 R$ 60.533,99 0,9%
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) 2022 R$ 40.980,00 0,6%
Combustíveis e lubrificantes 2022 R$ 19.257,21 0,3%
Diversas a especificar 2022 R$ 13.307,53 0,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogans 2022 R$ 11.000,00 0,2%
Serviços próprios prestados por terceiros 2022 R$ 9.000,00 0,1%
Materiais de expediente 2022 R$ 5.075,59 0,1%
Alimentação 2022 R$ 2.680,00 0,0%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2022 R$ 2.279,55 0,0%
Eventos de promoção da candidatura 2022 R$ 2.250,00 0,0%
Energia elétrica 2022 R$ 519,45 0,0%
Correspondências e despesas postais 2022 R$ 387,00 0,0%
água 2022 R$ 242,83 0,0%
Despesas com pessoal 2018 R$ 951.561,56 14,1%
Publicidade por adesivos 2018 R$ 371.837,00 5,5%
Publicidade por materiais impressos 2018 R$ 246.346,32 3,6%
Cessão ou locação de veículos 2018 R$ 202.143,43 3,0%
Serviços prestados por terceiros 2018 R$ 128.850,00 1,9%
Doações financeiras a outros candidatos/partidos 2018 R$ 93.000,00 1,4%
Combustíveis e lubrificantes 2018 R$ 37.708,85 0,6%
Publicidade por jornais e revistas 2018 R$ 29.036,61 0,4%
Correspondências e despesas postais 2018 R$ 26.194,47 0,4%
Locação/cessão de bens imóveis 2018 R$ 18.250,00 0,3%
Despesa com impulsionamento de conteúdos 2018 R$ 10.500,00 0,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2018 R$ 7.900,00 0,1%
Eventos de promoção da candidatura 2018 R$ 5.806,75 0,1%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2018 R$ 4.170,75 0,1%
Criação e inclusão de páginas na internet 2018 R$ 2.549,00 0,0%
Materiais de expediente 2018 R$ 1.607,17 0,0%
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) 2018 R$ 1.400,00 0,0%
Despesas com transporte ou deslocamento 2018 R$ 1.296,93 0,0%
Taxa de administração de financiamento coletivo 2018 R$ 528,35 0,0%
Serviços próprios prestados por terceiros 2018 R$ 274,40 0,0%
Telefone 2018 R$ 136,78 0,0%
Total geral R$ 6.761.098,37 100%
Maiores fornecedores
Fornecedor Lançamentos Total
Instituto Oncológico S/a 1 R$ 535.000,00
Cip Servicos Graficos Digitais Eireli 58 R$ 409.600,00
Bureau Chamonix Print Ltda 1 R$ 359.195,00
Black Taxi Aereo E Serv Aeronauticos Ltda 1 R$ 231.000,00
Facebook Serviços Online Do Brasil Ltda 7 R$ 230.500,00
Polimarket Comunicação Visual 18 R$ 209.670,00
Inhamis Studio Ltda 1 R$ 196.360,00
Romulo R Veiga 2 R$ 186.000,00
Ga Comercial Ltda - Epp 7 R$ 184.396,67
Giga Comunicação E Soluções Interativas 1 R$ 130.320,00

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2022 R$ 4.641.801,47 67,6%
Recursos próprios 2022 R$ 60.000,00 0,9%
Recursos de partido político 2018 R$ 1.272.476,03 18,5%
Recursos de pessoas físicas 2018 R$ 815.414,37 11,9%
Recursos de outros candidatos 2018 R$ 50.333,33 0,7%
Recursos de financiamento coletivo 2018 R$ 17.037,00 0,2%
Recursos próprios 2018 R$ 9.147,00 0,1%
Recursos de origens não identificadas 2018 R$ 1.100,00 0,0%
Total geral R$ 6.867.309,20 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Nacional 9 R$ 5.820.000,00
Walfrido Silvino Dos Mares 1 R$ 100.000,00
José Salim Mattar Júnior 1 R$ 100.000,00
Direção Estadual/distrital 7 R$ 93.427,50
Marcus Vinícius Caetano Pestana Da Silva 4 R$ 69.147,00
Carlos H L Teixeira Jr 1 R$ 50.000,00
Olamir Rossini Júnior 1 R$ 50.000,00
Eleição 2018 Antonio Augusto Junho Anastasia Governador 1 R$ 50.000,00
Marcelo Rubeiro Machado 1 R$ 50.000,00
Renato Ribeiro Machado 1 R$ 50.000,00

O que significam as siglas

PDC
Projeto de Decreto Legislativo (grafia antiga da Câmara)
PEC
Proposta de Emenda à Constituição
PL
Projeto de Lei
PLP
Projeto de Lei Complementar
PRC
Projeto de Resolução

Descrições conforme as listas oficiais de referência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Projetos de Lei Apresentados

Ano/Número Tipo Ementa Situação
2017/7055 PL Altera a Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral) e a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, para instituir o voto proporcional nominal regionalizado para as eleições de Deputados Federais, Distritais e Estaduais. NAO INFORMADO
2017/878 PDC Susta os efeitos da Portaria nº 911, de 24 de outubro de 2017, editada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. NAO INFORMADO
2016/251 PLP Altera a Lei Complementar nº 108, de 29 de maio de 2001, para aprimorar os dispositivos de governança das entidades fechadas de previdência complementar vinculadas à União, aos Estados, Distrito Federal e aos Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas. NAO INFORMADO
2016/5732 PL Dispõe sobre a requisição de apoio da Força Aérea Brasileira para o transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano. NAO INFORMADO
2016/6368 PL Institui o Fundo Especial de Financiamento da Democracia (FFD); altera as Leis nº 9.096, de 19 de setembro de 1995, que dispõe sobre os partidos políticos, e nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições; e dá outras providências. NAO INFORMADO
2016/5994 PL Altera a Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, que "define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e dá outras providências", para fixar os requisitos a serem observados para a dispensa de registro e internalização dos imunobiológicos, inseticidas, medicamentos e outros insumos estratégicos quando adquiridos por intermédio de organismos multilaterais internacionais, para uso em programas de saúde pública pelo Ministério da Saúde e suas entidades vinculadas. NAO INFORMADO
2015/899 PL Altera a Lei 9.504/97 que dispõe sobre alterações na utilização dos programas destinados à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão NAO INFORMADO
2015/122 PDC Para sustar os efeitos da inclusão da ideologia de gênero no Documento Final do Conae- 2014, assinado e apresentado pelo Fórum Nacional de Educação. NAO INFORMADO
2015/3790 PL Altera os artigos 2º e 5º da 11.903, de 14 de janeiro de 2009 e acrescenta o artigo 4-A ao referido diploma legal, que "sobre implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos". NAO INFORMADO
2015/4134 PL Altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas - Sinarm, define crimes e dá outras providências, para alterar e incluir dispositivos visando o seu aperfeiçoamento. NAO INFORMADO
2015/900 PL Altera a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que "Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências", para permitir o aviamento de receitas médicas e odontológicas em qualquer parte do território nacional, independentemente do local em que forem emitidas. NAO INFORMADO
2015/66 PLP Estabelece normas de finanças públicas, especialmente para padronização da aplicação dos conceitos de Resultado Nominal e Dívida Bruta. NAO INFORMADO
2014/7331 PL Altera a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, que instituiu o Programa Mais Médicos. NAO INFORMADO
2014/7195 PL Dispõe sobre as parcelas constitucionais, não indenizatórias, que não serão computadas para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput, e regulamenta o §11, ambos do art. 37, da Constituição da República. NAO INFORMADO
2014/380 PEC Modifica a forma de escolha dos juízes do Tribunal Superior Eleitoral - TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais - TREs, a partir da sistemática já adotada no art. 94 da Constituição da República. NAO INFORMADO
2014/1580 PDC Altera o Decreto Legislativo nº 6, de 1993, que regulamenta a escolha de Ministros do Tribunal de Contas da União pelo Congresso Nacional. NAO INFORMADO
2013/258 PEC Institui o sistema distrital misto, majoritário e proporcional, para a eleição dos Deputados Federais, Estaduais e Distritais, alterando a redação do art. 45 da Constituição Federal. NAO INFORMADO
2013/5691 PL Regulamenta a transmissão de pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão, nos termos do art. XII da Constituição. NAO INFORMADO
2013/5177 PL Dispõe sobre o sistema eleitoral para as eleições proporcionais, alterando a Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral), a Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995 (Lei dos Partidos Políticos), e a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições) e sobre o financiamento exclusivamente público de campanha eleitoral, alterando o art. 38 da Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995. NAO INFORMADO
2013/6574 PL Institui o Dia Nacional do Samba. NAO INFORMADO
2013/281 PLP Acrescenta o inciso XIX ao art. 23, da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965, para dispor sobre a competência do Tribunal Superior Eleitoral para reconhecer desvio de finalidade nos pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão. NAO INFORMADO
2013/251 PLP Dispõe sobre a competência do Tribunal Superior Eleitoral, alterando o art. 22 da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral). NAO INFORMADO
2013/245 PLP Dispõe sobre a criação de sistema integrado de compras da saúde com a formação de um registro nacional de preços para os Municípios, Estados e hospitais filantrópicos NAO INFORMADO
2013/5690 PL Acrescenta o inciso IX ao art. 73, da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, para vedar pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão durante o ano eleitoral até a data das eleições. NAO INFORMADO
2012/3120 PL Inclui no Anexo da Lei nº 5.917, de 10 de setembro de 1973, que dispõe sobre o Plano Nacional de Viação, o trecho rodoviário que especifica. NAO INFORMADO
2012/4682 PL Institui o Programa de Cultura do Trabalhador; cria o vale-cultura; altera as Leis nºs 8.212, de 24 de julho de 1991, e 7.713, de 22 de dezembro de 1988, e a Consolidação das Leis do Trabalho-CLT, aprovada pelo Decreto- Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943; e dá outras providências. NAO INFORMADO
2011/82 PRC Inclui § 4º no art. 50 do Regimento Interno da Câmara para disciplinar presença dos membros em reuniões deliberativas das Comissões. NAO INFORMADO

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2022 DEFERIDO R$ 1.778.880.616,00
2018 DEFERIDO R$ 2.500.000,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2022 9 páginas

PLANO
DE
GOVERNO
MINAS GERAIS 2023 - 2026
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ________________________________________ 05
GESTÃO PÚBLICA E FINANÇAS _________________________ 12
INTRODUÇÃO
A MINAS QUE QUEREMOS SER
Poucas semanas nos separam daquela que talvez seja a eleição mais tensa, decisiva e importante
das últimas décadas. O horizonte que se abre é carregado de dúvidas. A democracia brasileira será
testada em seu limite. As escolhas que serão feitas poderão impactar não apenas os próximos
quatros anos, mas uma geração inteira.

É preciso reconhecer que há uma obra incompleta a ser concluída.…

Ler mais do texto

Todos nós, que participamos
intensamente das lutas que levaram à redemocratização, tínhamos a expectativa de que a
conquista da anistia, das eleições diretas para presidência da República e do Novo Marco
Constitucional consolidado em 1988 resultariam, com o passar dos anos, na solução dos mais graves
problemas que afetavam a população e o país. Passados 34 anos da conclusão do processo de
redemocratização, é inevitável admitir que, hoje, ao olharmos o Brasil, fica a sensação de um copo
meio cheio, meio vazio.

Os resultados são contraditórios. Por um lado, construímos o mais longo período democrático de
nossa história, derrotamos a inflação, criamos o Sistema Único de Saúde (SUS), lançamos as bases
de uma sólida rede de proteção social e universalizamos o Ensino Fundamental. Mas não podemos
festejar os resultados da Nova República tendo metade da população sem coleta de esgoto, 33
milhões de brasileiros vítimas da fome, 23 milhões deles abaixo da linha da pobreza vivendo com
apenas R$ 7,00 por dia. Além disso, desempenho sofrível nas avaliações da qualidade do
aprendizado de nossas crianças e nossos jovens, comunidades inteiras sequestradas pelo tráfico e
pelas milícias, ameaças permanentes ao nosso patrimônio ambiental e um crescimento econômico
pífio ao longo de décadas.

As eleições presidenciais e estaduais de 2022 podem ser um precioso momento catalisador das
discussões sobre a agenda nacional de desenvolvimento, identificando desafios e gargalos e
apontando soluções. Devem, efetivamente, se tornar uma oportunidade para reinventarmos a
democracia brasileira. Vamos relançar, sob novas bases, nosso pacto político e social. Isso, se não nos
perdemos na polarização estéril, verdadeiro simulacro de embate ideológico, no qual a eficácia das
urnas eletrônicas, a tornozeleira de um irrelevante deputado, a manipulação da discussão sobre
valores morais e questionamentos às posturas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)
roubem a cena e eclipsem a discussão dos mais profundos problemas estruturais do país.

Nossa história política é povoada de traços populistas, caudilhescos, autoritários e paternalistas. O
Estado sempre esteve no centro de gravidade da vida nacional e à população foi negado o exercício
pleno de uma cidadania ativa e madura. Os personagens e líderes se sobrepõem às ideias. Primeiro,
05
07
discutem-se nomes, personalidades, predicados e defeitos pessoais, apoios e rejeições individuais.
Depois, de forma tardia e improvisada, procura-se rechear as candidaturas com algum conteúdo
programático.
As forças democráticas precisam virar esse jogo e impor uma discussão profunda no seio da
sociedade sobre o futuro que esperamos construir em Minas e no Brasil. Cremos que cinco eixos
estratégicos orientadores devem presidir o debate:

1. Defesa e fortalecimento da democracia: precisamos avançar na superação das inconsistências e
fragilidades dos nossos sistemas institucional, de governo, partidário e eleitoral, para além da
resistência a qualquer tentativa de rompimento da ordem constitucional e de retrocesso político.

2. Construção de novo modelo de crescimento econômico: de 1932 a 1980, o país teve a maior taxa
média de crescimento em todo o mundo. Assistimos, em contrapartida, nas últimas quatro décadas,
uma trajetória semelhante a um voo de galinha. Observamos espasmos de crescimento acelerado
alternados com recessões profundas, desenhando uma trajetória que nos torna prisioneiros da
armadilha do baixo crescimento. Precisamos eleger um presidente, governadores e maiorias
parlamentares a favor da agenda de reformas que implica em conquistar a complexa e
imprescindível reforma tributária para simplificar e tornar mais justo e eficiente nosso sistema;
revisitar a questão previdenciária, ainda longe de superar suas iniquidades, e responder às
mudanças demográficas; gerar expectativas positivas, oferecendo um rumo claro, estabilidade
política, legal, regulatória e segurança jurídica; oferecer uma equação definitiva ao dilema fiscal;
enfrentar com coragem e competência o desafio da abertura externa; incrementar radicalmente a
capacidade de inovação da economia e o aumento de sua produtividade; avançar na qualificação
do Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante, como alavanca do crescimento; privatizar, com
modelos transparentes e corretos, estatais que ganharão eficiência e irão gerar efeitos positivos
para a sociedade e a economia, como foram os casos da siderurgia, da mineração, das
telecomunicações e da indústria aeronáutica; promover uma agressiva política de parceria com o
setor privado para a superação dos gargalos de infraestrutura que abalam a competitividade da
economia brasileira.

3. Ataque frontal às desigualdades, à pobreza e à miséria: a principal tarefa do futuro Governo será
colocar sobre trilhos sólidos e consistentes à política social, combinando os programas de
transferência de renda, geração de emprego e renda e políticas públicas eficientes de educação,
saúde, combate às desigualdades regionais e qualificação profissional. O maior “calcanhar de
Aquiles” da democracia brasileira é a abissal distância que separa famílias e regiões por meio de
uma das piores distribuições de renda de todo o mundo. A mudança no modelo de crescimento
econômico deve ter, como objetivo central, gerar inclusão e justiça social.

4. Recuperar o protagonismo na busca do desenvolvimento sustentável: hoje, a sustentabilidade
ambiental é um imperativo global no século XXI. As mudanças climáticas são uma realidade viva e
inequívoca. O Brasil, desde a Cúpula Rio-92, assumiu uma posição de vanguarda e protagonismo e
construiu um dos marcos legais mais sofisticados e profundos para a área ambiental entre todos os
países. Infelizmente, houve retrocessos visíveis no atual governo. É tarefa imprescindível, que caberá
ao próximo presidente da República, recuperar, dentro de uma perspectiva de integração
governamental horizontal, o compromisso com o desenvolvimento sustentável.

5. Aprofundar a reforma do Estado: é fundamental recuperar a credibilidade da ação de Estado junto
à sociedade. Gastar menos com a máquina estatal e mais com os cidadãos; devolver serviços
públicos de melhor qualidade; apostar radicalmente nas tecnologias da informação como
ferramentas de oferta ágil e desburocratizada de serviços, potencializando o seu uso na
teleducação, telessaúde e na segurança pública; consolidar o papel das Forças Armadas e das
polícias estaduais como instrumentos institucionais e órgãos de Estado, e não de Governo, a serviço
do poder civil; organizar a estrutura governamental à luz das demandas da sociedade e não da
lógica da inércia histórica e da visão dos interesses corporativos.

Minas Gerais sempre esteve no centro das grandes decisões nacionais. Somos o Estado de
Tiradentes, JK, Tancredo e Itamar Franco. Minas ficou ausente, tímida, acanhada, calada, nos últimos
quatro anos. Quando Minas se ausenta, o Brasil vai mal.

A tarefa número um do futuro Governo de Minas é a reorganização das contas públicas estaduais. É
grave equívoco imaginar que o governo de Romeu Zema colocou o trem nos trilhos e a casa em
ordem. A herança será perversa. Três grandes passivos ficarão.

Inicialmente, a dívida contratual com a União que, pela primeira vez, deixou de ser paga em 2018. O
Governo Zema tem indicadores ruins na educação e na saúde, além de duas experiências inéditas: é
o primeiro governador a não formar maioria na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e o
primeiro a não pagar a dívida. As contas só estão sendo pagas em dia em função disso. Não foi feito
nenhum ajuste estrutural. São mais de R$ 36 bilhões não pagos que, quando a liminar do STF cair,
terá que ser paga à vista ou negociada em formato aprovado pela ALMG.

Em segundo lugar, a dívida previdenciária. O déficit previdenciário, ou seja, aquilo que tiramos da
educação, da saúde e da segurança pública para complementar o pagamento das aposentadorias
e pensões já chega a mais de R$ 10 bilhões anuais. O Governo de Minas, diferente ao do Rio Grande
do Sul, não inovou na reforma da previdência, se limitou a reproduzir o texto aprovado na esfera
nacional.

Em terceiro lugar, os restos a pagar, compromissos não quitados com hospitais, prefeituras,
precatórios, fundos assistenciais, entre outros, que são disparadamente os maiores entre os 26
estados e o Distrito Federal, segundo o relatório da Secretaria do Tesouro Nacional. Ao contrário do
que muitos acreditam, Minas Gerais não superou o estrangulamento orçamentário. E, se é verdade
que o atual Governo melhorou a gestão do caixa em relação à desastrosa experiência anterior, nada
importante foi desenvolvido para corrigir o rumo.

O próximo Governo terá que fazer o verdadeiro ajuste orçamentário e a renegociação da dívida,
não para ganhar a medalha de reponsabilidade fiscal, mas para recuperar a sua capacidade de
investimento na qualificação da educação, na ampliação do acesso ao SUS, no fortalecimento da
política de segurança pública e na superação dos graves gargalos da infraestrutura do Estado.

No próximo mandato (2023-2026), o centro de atuação do Governo de Minas Gerais terá foco
especial na qualificação dos ensinos Fundamental e Médio. Para isso, as ações propostas são: realizar
sólido pacto de parceria com os municípios; fortalecer o papel das diretoras das escolas estaduais
como elo de ligação entre a política estadual, professores, alunos, pais de alunos e comunidade;
06
09
valorizar os professores com a construção de uma nova carreira e de um programa de educação
continuada e permanente; tornar a escola mais comunitária do que estatal; qualificar o sistema de
avaliação do aprendizado e dos resultados, inclusive com a premiação por desempenho; revisar de
forma criteriosa currículos e conteúdos; estabelecer parceria entre o Ensino Médio de qualidade e
entidades privadas para a vertente profissionalizante.

Outro aspecto importante no desenvolvimento de Minas é consolidar o aprendizado da pandemia
no SUS com investimentos na construção de uma sólida rede de vigilância em saúde para o
enfrentamento de futuras pandemias. É essencial ainda retomar os programas estruturantes dos
governos do PSDB visando à construção das redes integradas de atenção à saúde. Vamos também
construir uma saúde compatível com a realidade do século XXI, apostando radicalmente em
soluções e ferramentas de uma saúde 5.0.

Vamos retomar a tradição dos governos do PSDB em direção ao desenvolvimento sustentável e em
defesa do meio ambiente. Sem nenhum preconceito ao esforço empreendedor das empresas
privadas, estabeleceremos rigorosos controles para que não ocorram novos eventos trágicos como
os de Mariana e Brumadinho.

Não serão toleradas agressões ambientais e culturais como a liberação da mineração na Serra do
Curral. Para que esse triste quadro não ocorra, os processos e métodos de controle ambiental serão
permanentemente modernizados; a burocracia combatida; e estímulos econômicos serão
estabelecidos para que o Estado retome a vanguarda no combate às mudanças climáticas, ao
desmatamento, à deterioração da qualidade do ar e da água.

Combateremos radicalmente a desigualdade pessoal e regional de renda, a fome e a miséria, com
uma ação transversal de todas as políticas públicas visando construir uma sociedade mais justa e
igualitária. Esse esforço prioritário passará, inevitavelmente, por uma sólida parceria com as
prefeituras e a sociedade, no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Em busca de uma administração pública eficiente reformaremos a máquina estatal na direção do
“Estado socialmente necessário”. Longe das concepções ingênuas e insensíveis, de um liberalismo
tosco em um país tão desigual. Vamos nos manter distantes também da visão totalitária, anacrônica
e ineficiente de que o Estado onipresente deve fazer tudo, até mesmo o que a sociedade ou a
inciativa privada podem fazer melhor.

Vamos articular soluções inovadoras e ágeis de parcerias com a iniciativa privada para a superação
dos gargalos de infraestrutura, investindo em concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Daremos especial atenção às oportunidades abertas relativas ao modal ferroviário. O Rodoanel
Metropolitano e a duplicação da BR-381 (BH-Governador Valadares), entre outras prioridades,
devem receber a ação direta do Governador, assim como soluções urgentes para ampliação do
metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O saneamento, a habitação e a energia serão objeto de políticas públicas intensas e eficazes
baseadas no princípio da universalização, qualidade, segurança e preços compatíveis com a
capacidade de pagamento da população.

Na segurança pública, além da retomada do diálogo e da reconquista da credibilidade da palavra
do Governador, vamos investir em sofisticação do sistema de inteligência das polícias mineiras;
valorizar os policiais civis, militares e penitenciários; modernizar o sistema prisional com modelos
inovadores como a PPP de Ribeirão das Neves; fortalecer o programa Fica Vivo nas comunidades em
situação de fragilidade social; reequipar permanentemente as instituições da segurança pública.
Todas essas políticas públicas terão como eixo ordenador a integração com as prefeituras e a
comunidade.

Na geração de emprego e renda haverá ações multilaterais nas diversas cadeias produtivas do
agronegócio (café, leite, milho, arroz, fruticultura, mudas etc.), da indústria (automobilística,
minero-metalúrgica, moveleira, farmacêutica etc.) e dos serviços (turismo, tecnologias da
computação, economia criativa, comércio), combinando sempre a atração de novos investimentos
externos com o estímulo às nossas vocações locais e regionais. O objetivo central será a inovação, a
melhoria da produtividade e da competividade da economia mineira, objetivando a geração de
empregos e renda para a população.

No setor cultural, nossa missão é, na verdade, ressuscitar a política estadual de cultura, a partir de
experiências acumuladas nos governos do PSDB que geraram práticas como o Circuito Cultural da
Praça da Liberdade, a sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, o projeto Valores de Minas,
entre tantas iniciativas no campo das artes. Aprimorar a infraestrutura cultural, trabalhar
intensamente a formação de público envolvendo principalmente as escolas estaduais, proteger o
rico patrimônio histórico de Minas, estimular e apoiar eventos de repercussão nacional como o
Festival de Cinema de Tiradentes, o Festival de Teatro e o Carnaval de BH, o Festival de Música
Antiga e Colonial de Juiz de Fora, entre outros. Estimular o desenvolvimento das artes em todos os
campos - do artesanato ao cinema - e regiões do Estado - do Jequitinhonha ao Sul de Minas.
No esporte, a tarefa principal é desenvolver programas de formação de atletas por meio de parceria
das escolas estaduais com os clubes organizados pela sociedade civil. Atrair e apoiar eventos de
importância nacional e internacional como estímulo aos jovens sobre a importância da prática
esportiva.
Essas são as principais linhas de nosso Programa de Governo. A meta síntese e mobilizadora, símbolo
de nossa futura administração, será o programa “Mineirinhos do futuro”, com ações transversais
integradas e coordenadas voltadas para a promoção do cuidado integral à primeira infância,
período definidor dos horizontes de nossas crianças.

É assim que queremos transformar Minas Gerais, um reencontro simultâneo com suas melhores
tradições e o futuro tão sonhado.
08
O ano de 2022 será um marco de mudanças para governos. Após ininterruptas catástrofes
socioeconômicas e ambientais, observamos consequências severas para todos os países, inclusive
para o Brasil. Infelizmente, governos ainda reforçam uma atuação com foco no passado, ou seja, na
manutenção de velhas estratégias de desempenho em detrimento de soluções de alto valor
agregado de base tecnológica e, algumas vezes, apresentadas pela sociedade que cresce
exponencialmente.

Um olhar atento para o Brasil nos faz refletir sobre a forma como os estados decidiram atuar nos
últimos anos. Movimentos unilaterais, realizações de paradiplomacia, baixo uso do movimento de
advocacy por parte de setores da sociedade podem ser sintomas de um problema maior: a
incapacidade de redirecionar governos para o desenvolvimento e democratização das
oportunidades econômicas e sociais.

Afinal, o que acontece para que governos tenham um tempo de resposta tão lento? E quando
encontramos administrações capazes de entregar valor público, o que faz delas uma boa prática?
Buscamos elencar pontos historicamente desafiadores para governos, com um olhar para o futuro e
a capacidade que o Estado pode adquirir para fazer melhor. Proporcionamos a você a oportunidade
de se certificar que o diálogo é peça fundamental para o desenho de qualquer solução.

A base fundamental para pensar o futuro da administração pública está na forma como se gere e
como se pretende gerir no futuro os recursos humanos das organizações. Nesse sentido, o formato de
seleção de lideranças e o desenho da estratégia de desenvolvimento dessas pessoas devem
continuar como pauta de debate, mas, indo além, deve ser ferramenta de transformação do futuro.

PLANEJAR ESTRATEGICAMENTE

Um desafio para todo governo é tratar com seriedade o tema ʻlideranças’. O termo vem sendo
esvaziado na medida em que lideranças públicas (e privadas) não se posicionam em tempo hábil
diante de um problema, e mais: lideranças não necessariamente são orientadas a atuar de acordo
11
GESTÃO PÚBLICA
E FINANÇAS
REFORMA DO ESTADO
E PACTO PARA O FUTURO
Um desafio para todo governo é tratar com seriedade o tema ʻlideranças’. O termo vem sendo
13
com a estratégia declarada pela organização. Liderar, portanto, exige um movimento de coesão e
de construção de equipes de alta performance e de forte diálogo com as partes – atores públicos e
privados envolvidos – e, em certa medida, com a população apresentando respostas tempestivas e
favoráveis aos grupos vulneráveis à economia e demais áreas.

Se observarmos detidamente a área da saúde e o impacto da pandemia no setor, muito temos a
aprender para que no futuro saibamos nos preparar melhor. A partir do dia do anúncio de que
estávamos diante de uma pandemia, os estados iniciaram diversas ações descoordenadas. Blocos
econômicos não se alinharam, organizações multilaterais emitiram avisos tardios. Podemos citar,
como um desafio para governos, as diferenças socioeconômicas que geraram impactos em maior ou
menor grau para cada país. O Brasil, com índice de Desenvolvimento Humano (IDH) há anos
estagnado em posição longe do ideal, 0,759, poderia ter se planejado estrategicamente nas três
dimensões do indicador renda, educação e saúde.

COORDENAÇÃO FEDERATIVA

A partir da estratégia clara de melhorar o IDH, o Brasil poderia ter se posicionado melhor,
principalmente junto aos grupos mais vulneráveis, para pensar respostas à pandemia? Jamais
saberemos. É possível olhar para o futuro e tornar claro: lideranças na União, estados, municípios e
Distrito Federal devem dialogar para buscar soluções coesas com foco no território, . Aafinal, esse é
o lócus e a porta de en

Baixar o documento no TSE
Arquivo dentro do pacote: 2022MG130001633534.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.

Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.

Fórum de Discussão do Político

Faça login no portal para enviar mensagens e debater neste fórum.

Nenhuma discussão iniciada neste fórum ainda. Seja o primeiro a comentar!

Mais votados nesta disputa

Comparativo: Governador em 2022 (MG)

ZEMA
1º
Eleito neste pleito ZEMA NOVO
6.094.136 votos
KALIL
2º
KALIL PSD
3.805.182 votos
CARLOS VIANA
3º
CARLOS VIANA PL
783.800 votos
LORENE FIGUEIREDO
4º
LORENE FIGUEIREDO PSOL
44.898 votos
CABO TRISTAO
5º
CABO TRISTAO PMB
15.774 votos
INDIRA XAVIER
6º
INDIRA XAVIER UP
15.604 votos
RENATA REGINA
7º
RENATA REGINA PCB
12.514 votos
VANESSA PORTUGAL
8º
VANESSA PORTUGAL PSTU
12.009 votos
LOURDES FRANCISCO
9º
LOURDES FRANCISCO PCO
2.012 votos

Candidatos Relacionados

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial