TAYNÁ MIESSA - UP - GOVERNADOR
TAYNÁ MIESSA é candidato(a) a Governador pelo UP em Paraná (PR) nas Eleições 2026.
TAYNA MIESSA TSUSHIDA
Espectro político
Toque em uma faixa para entender o que ela significa
UP
Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.
Dados do candidato
- Data de nascimento
- 05/08/1995
- Gênero
- FEMININO
- Estado civil
- SOLTEIRO(A)
- Grau de instrução
- ENSINO MÉDIO COMPLETO
- Ocupação declarada
- PRODUTOR DE ESPETÁCULOS PÚBLICOS
- Estado de nascimento
- PR
Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.
Evolução e Histórico Político
Comparativo: Governador em 2026 (PR)
Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.
2026 - GOVERNADOR
UP | UF: PR
Votação Obtida: 14.193 votos (NÃO ELEITO)
Declaração Patrimonial Recente
Nenhum bem patrimonial declarado encontrado para este candidato.
Prestação de Contas e Gastos
Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.
Mandato (Gastos CEAP)
Sem despesas de mandato registradas.
Gastos de Campanha
Sem despesas de campanha registradas.
Receitas de Campanha
Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.
Sem receitas de campanha registradas.
Projetos de Lei Apresentados
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Presença e Votos em Plenário
Nenhum voto em plenário registrado para este político.
Frequência nas Sessões Ordinárias
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Participação em Comissões e Órgãos Legislativos
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Situação do registro da candidatura
| Ano | Julgamento | Teto legal de gasto |
|---|---|---|
| 2026 | AGUARDANDO JULGAMENTO | R$ 11.562.724,00 |
Proposta de governo
Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.
LUTAR PARA
AVANÇAR O PARANÁ
NA MÃO DO POVO!
Programa político da Unidade
Popular pelo Socialismo.
APRESENTAÇÃO
O Paraná é um estado forjado na resistência do seu povo. Desde as lutas
abolicionistas que ecoaram nos quilombos e no exemplo de lutadoras como Maria
Águeda, passando pela bravura dos trabalhadores rurais e camponeses que
enfrentaram a exploração latifundiária no norte pioneiro, até os trabalhadores e
trabalhadoras que construíram as greves operárias do século XX e os movimentos
populares que derrubaram ditaduras e conquistaram a democracia, nossa história é
marcada por lut…
Ler mais do texto
adores e lutadoras que nunca se curvaram.
Homens e mulheres como os mártires da Guerra do Contestado, da guerrilha de
Porecatu, as lideranças indígenas e quilombolas que defendem a terra até hoje, os
sindicalistas, estudantes, camponeses sem terra, mulheres negras, povos originários
e periferias que organizaram ocupações, marchas e rebeliões contra a fome, a
violência e a injustiça. Essas tradições de luta popular não são apenas memória: são o
combustível para o presente. Vivemos sob o sistema capitalista que concentra
riqueza nas mãos de poucos, explora o trabalho, destrói o meio ambiente, mantém a
maioria negra e pobre em condições de vulnerabilidade, e usa o Estado para proteger
privilégios.
No Paraná, isso se manifesta na desigualdade brutal, na precariedade do serviço
público para beneficiar os bilionários, na violência que ceifa principalmente a
juventude negra, na disputa por terras indígenas e quilombolas, e na submissão da
economia aos interesses de grandes empreendimentos que não resolvem os
problemas do nosso povo. Não basta administrar melhor o capitalismo. É preciso
transformá-lo. Construir o socialismo no Paraná significa colocar o povo no centro
das decisões: democratizar a terra, garantir educação e saúde de qualidade para
todos, valorizar o trabalho, proteger o meio ambiente com justiça social, promover a
soberania popular e combater todas as formas de opressão — de classe, raça, gênero
e território.
Significa um governo que não tema enfrentar os poderosos, que fortaleça os
movimentos sociais como sujeitos políticos, que invista maciçamente em políticas
públicas universalistas e que avance na organização da economia para servir às
necessidades humanas, não ao lucro. Nossa candidatura popular de esquerda nasce
dessa tradição de luta e da urgência de um projeto socialista para o estado. Não
prometemos soluções fáceis ou conciliações impossíveis. Propomos um caminho de
acumulação de forças, de organização popular e de transformação profunda. Porque
o futuro que sonhamos — com a classe trabalhadora no poder — só será construído
pela luta organizada do nosso povo.
Vamos juntos!
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E FINANÇAS PÚBLICAS
A economia do Paraná é uma das que mais crescem no Brasil atualmente. O aumento
do Produto Interno Bruto (PIB) anual frequentemente supera a média nacional . O
estado ocupa a quarta posição entre as economias estaduais. Com 11.890.517
habitantes, segundo o IBGE, o estado tem a quinta maior população do Brasil e a
maior da Região Sul. Em seu território, diversas atividades produtivas são
desenvolvidas em diferentes sub-regiões. As principais atividades produtivas do
Paraná concentram-se na agricultura, na agroindústria e pecuária; com destaque
para soja, milho, trigo e feijão; na avicultura e suinocultura, na indústria de
alimentos e automotiva, e no setor de serviços. As cooperativas agropecuárias
paranaenses têm uma receita superior a R$21 bilhões, o que representa cerca de 55%
do PIB agrícola do estado.
O setor de comércio e serviços é o principal motor da economia paranaense, com
42% de participação no PIB, seguido da indústria, com 25%. Segundo dados do
IPARDES (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social), o PIB do
estado em 2023 foi de R$ 670,9 bilhões, ocupando o posto entre as cinco maiores
economias do país.
É nítido o crescimento econômico do nosso estado, mas os resultados da produção
chegam em migalhas aos que precisam vender a própria força de trabalho para
sobreviver. Segundo dados do Mapa das Desigualdades da UFPR, a média salarial de
um trabalhador paranaense é de R$800, menos de um salário mínimo. Ainda sobre
as condições de trabalho no estado, citamos a fonte: “Observa-se também baixa
participação das mulheres e das pessoas pardas e pretas no mercado de trabalho
formal, reforçando a desigualdade estrutural de gênero e racial no mercado de
trabalho. O percentual de pessoas pardas e pretas no mercado formal alcança o
máximo de 13,9%, embora essa parcela da população represente quase 25% da
população total no NTCC”. Quase 30% da força produtiva paranaense está
desempregada.
Apesar da destacada produção de riquezas, todos esses recursos não são disponíveis
para a grande maioria: 10% da população mais rica detém uma renda 100 vezes
maior que a parcela mais pobre, com 10% mais rico do estado detendo ⅓ dos
recursos do estado.
Em 2025 o rendimento médio mensal do paranaense foi de R$ 3.852, valor acima da
média nacional (de R$ 3.367) e o quinto maior do país, atrás apenas de Distrito
Federal (R$ 6.492), São Paulo (R$ 4.106), Rio de Janeiro (R$ 4.039) e Santa
Catarina (R$ 3.900), segundo dados do IBGE (2025).
Afinal: Por que temos cadeias econômicas, diversidade produtiva, riquezas naturais,
e mesmo assim temos tantas pessoas desempregadas e/ou em situação de pobreza no
nosso estado? Por que milhões de pessoas sofrem com falta de moradia digna, com
alimentação restrita e insuficiente para ter boa saúde, com limitado acesso a serviços
médicos? Essa realidade é imposta pela sociedade que hoje ordena nossas vidas: a
sociedade capitalista, onde o lucro em detrimento da dignidade humana é a lógica
fundamental. Todo o funcionamento da economia visa atender interesses de um
punhado de pessoas já muito ricas, e não para satisfazer o conjunto da população, em
especial, os trabalhadores, verdadeiros responsáveis pela geração da imensa riqueza
do Paraná!
QUAL MODELO DE DESENVOLVIMENTO DEFENDEMOS?
Nos últimos anos, os governos do Paraná, prepararam o terreno para o grande
capital se instalar e se reproduzir, contando com expressivos incentivos fiscais e carta
branca para explorar mais intensamente a força de trabalho paranaense. A verdade é
que as ações governamentais, que não exigiam contrapartidas das grandes empresas
beneficiadas pelos incentivos, transferiram recursos públicos à iniciativa privada,
enfraquecendo a coordenação estatal capaz de promover os efeitos de encadeamento
desejáveis para o território e para a população.
A venda das riquezas do nosso estado, como a privatização da COPEL, vendida a
preço de banana para os grandes acionistas, a privatização da SANEPAR e os ataques
e tentativa de privatização criminosa da CELEPAR são exemplos muito claros de que
hoje, debaixo do sistema capitalista, os grandes ricos que dirigem o Estado não se
importam em resolver verdadeiramente os problemas do povo.
É PRECISO OUTRO MODELO DE DESENVOLVIMENTO
A Unidade Popular defende um modelo de desenvolvimento que se mobilize a partir
das necessidades da população. A estrutura tributária, que hoje pesa na esfera do
consumo, deve aumentar a incidência nas grandes rendas e patrimônios, com
imposto progressivo: quem ganha mais, paga mais! O Estado nacional, soberano
monetariamente, deve garantir linhas de financiamento aos Estados subnacionais
que fomentem o crescimento econômico com distribuição de renda. Um Governo
comprometido com sua população garantirá que os resultados do trabalho não serão
apropriados pelas elites dominantes, priorizando assim o atendimento das demandas
das massas em detrimento do lucro privado.
Por isso, propomos:
1. Elaboração das peças orçamentárias (PPA, LDO e LOA) junto à população
através de audiências de orçamento participativo. Aprovação efetiva
submetida à população via referendo;
2. Atuar em fóruns e frentes de governadores por novas regras fiscais
constitucionais, que permitam o financiamento de projetos estruturantes e
que autorizem déficit público em ações robustas de combate à pobreza;
3. Taxação das grandes propriedades agrícolas, comerciais e industriais do
Estado. Tributação progressiva;
4. Criação do Instituto Estadual de Fomento à Inovação Tecnológica;
5. Incentivar a criação do Programa PARANÁ do Futuro, com o objetivo de atrair
projetos de tecnologia limpa, criando cooperativas nesse campo;
6. Estabelecer parcerias com as instituições de ensino visando articular
investimentos públicos no setor de Tecnologia de Informação;
7. Conceder bolsas integrais ou parciais de estudos para estudantes egressos do
ensino médio da rede pública, com objetivo de incentivar o desenvolvimento
de carreiras em cursos de Tecnologia;
8. Acabar com as terceirizações dentro do setor público.
9. Criar frentes de trabalho em diversas ações de infraestrutura;
10. Incentivar a instalação de indústrias de tecnologia limpa e reciclagem;
11. Criar o Observatório de Desenvolvimento e Emprego;
12. Ampliar a FEIRA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA reunindo ações em todos as
cidades do Estado do Paraná;
SEGURANÇA PÚBLICA
Segundo o ATLAS da Violência, organizado pelo Fórum de Segurança Pública
(2026), o Paraná é o estado mais violento do Sul do país: possui a maior taxa de
homicídio da região; com 19 mortes por 100 mil habitantes. A cidade de Paranaguá,
no litoral paranaense, está entre os 30 municípios mais perigosos, e a mortalidade
para as mulheres negras cresceu em 5,1% no último ano.
Mesmo abaixo da média nacional, o estado possui números proporcionalmente
elevados, superiores aos registrados no sul e sudeste do país, que vêm consolidando
uma redução mais acelerada da violência (fonte: Gazeta do Paraná).
Os principais investimentos do atual governo do estado com o orçamento da
segurança pública tem sido na ampliação das estruturas de cadeias, penitenciárias e
casas de custódia: o Paraná ocupa o ranking vergonhoso de quarta maior população
carcerária do Brasil, 40 mil presos, com uma ocupação 31% a mais do que a
permitida. Durante o governo Ratinho, a letalidade policial aumentou em 38%,
totalizando 2.356 pessoas assassinadas, entre elas, crianças e adolescentes inocentes,
de origem trabalhadora e de territórios periféricos.
A principal faixa etária afetada pela violência do Estado é entre 15 e 29 anos, segundo
dados do Fórum de Segurança pública. A maioria das vítimas é negra, com
subnotificação racial escandalosa. Enquanto o Estado investe bilhões em segurança
ostensiva (R$4,3 bilhões em 2023, contra míseros R$603 milhões em assistência
social), as raízes sociais da violência — pobreza, falta de oportunidades, baixos
incentivos à cultura e esporte, melhores condições de trabalho — são ignoradas. O
resultado: periferias transformadas em campos de batalha.
Isso revela um ciclo perverso: violência do Estado contra o povo, e que não resolve o
crime organizado e gera mais desconfiança e retaliações. Por fim, roubos e furtos
ainda assolam o dia a dia, com quedas recentes que não escondem o terror diário nas
ruas. A impunidade reina, com facções operando abertamente e o sistema de justiça
lento. O modelo atual — mais viaturas e tiroteios — falha em prevenir e ressocializar.
Esta é a dura realidade do Paraná: um estado marcado por sangue, medo e
desigualdade. As estatísticas não mentem — o povo paranaense merece muito mais
que promessas e números maquiados. É urgente desmantelar as redes de corrupção,
investir seriamente em prevenção social, reformar a segurança com transparência e
direitos humanos e acabar com a omissão que permite que facções e maus policiais
destruam gerações inteiras. Chega de denúncias vazias: a população não aguenta
mais!
Nesse sentido, propomos:
1. Reduzir o uso da força letal por meio de protocolos claros, câmeras corporais
(com transparência e auditoria independente) e punição efetiva de abusos.
Proibir abordagem ostensiva em escolas, festas e eventos comunitários sem
justificativa grave. Priorizar mandados judiciais.
2. Inteligência contra o crime organizado: Desmantelar finanças das facções
(lavagem de dinheiro, tráfico de armas) via integração federal-estadual, em
vez da lógica de "guerra" que só desloca o problema.
3. Melhoria obrigatória no registro de raça/cor em todas as ocorrências policiais
para combater o racismo institucional.
4. Expandir justiça restaurativa e socioeducação para jovens infratores (medidas
em meio aberto com acompanhamento intensivo) em integração com
Secretaria de Educação, Cultura e Esporte.
5. Criar Conselho Estadual de Segurança Cidadã com 50% de representantes da
sociedade civil (movimentos negros, favelas, direitos humanos) para fiscalizar
e propor políticas.
6. Contribuir com as discussões à nível Federal sobre desmilitarização das
Polícias.
7. Construção de uma equipe de trabalho com os secretários e representantes
das áreas de direitos humanos, com responsabilidades específicas no âmbito
da juventude e dos direitos das mulheres, bem como da área de habitação e
cultura, representantes da sociedade civil, entidades representativas e
movimentos organizados para pensar coletivamente um plano de ação dentro
dos princípios da participação popular para ser iniciado ainda no primeiro ano
de gestão nível Federal sobre a desmilitarização das Polícias Estaduais.
8. Atuação efetiva com a equipe de desenvolvimento econômico e assistência
social com o intuito de promover a geração de empregos e cursos
profissionalizantes para a população nas áreas mais vulneráveis
economicamente e com altos índices de criminalidade;
9. Compromisso com a não criminalização dos movimentos sociais e entidades
de classe, o combate ao racismo, ao machismo e a LGBTTIA+fobia nas
corporações e nas suas ações frente a população;
10. Garantir que 100% das pessoas privadas de liberdade analfabetas sejam
alfabetizados em 1 ano e todos tenham acesso a ensino fundamental/médio +
cursos profissionalizantes (ex.: construção civil, informática, agricultura).
EDUCAÇÃO
O Paraná conta com 9.975 escolas, sendo 7.350 delas públicas. As instituições
particulares operam majoritariamente na zona urbana, enquanto a cobertura rural,
indígena e quilombola são exclusivamente públicos. Cerca de 116 mil professores na
rede paranaense distribuídos pelo território, para atender a demanda de mais de 2
milhões de estudantes apenas na rede básica de educação.
Acompanhamos uma piora nas políticas educacionais que o estado tem
fomentado através de mudanças no perfil das escolas públicas paranaenses após a
aprovação da Lei Federal Nº13.415/2017 de modo rápido e desorganizado. Com a
implementação do Novo Ensino Médio que ao alterar o curriculum sem consulta
prévia aos principais interessados: os estudantes e profissionais educacionais. Além
da Lei sucatear o ensino ofertado aos estudantes retirando parte significativas de
cargas horárias à disciplinas basilares na construção crítica dos sujeitos educandos a
exemplo de sociologia, história, geografia e artes, as mesmas disciplinas são exigidas
nos vestibulares das universidades estaduais, vale ressaltar que o Paraná é o estado
brasileiro com mais redes de universidades públicas, são 7 ao total. Contamos ainda
com mais 3 universidades federais e uma rede do Instituto Federal. Sendo assim, a
reformulação da educação básica desqualifica os estudantes das escolas públicas
paranaense se estudarem nas universidades estaduais do Paraná.
O processo de desmontar a educação básica para privatizar cresce quando as
mudanças educacionais passam a possibilitar que pessoas não aptas, sem formação
acadêmica possam se tornar educadores de saberes prévios, ignorando a ciência e
todo o acúmulo social da temática trabalhadas em sala de aula. Apenas três anos
após ataque à educação, em 2020 a Lei Estadual nº20.338/2020 sanciona durante a
pandemia da COVID-19 a ampliação da implementação de colégios cívico-militares,
dessa forma liderando o país com esse modelo educacional. Mas uma vez nossas
escolas são abertas para pessoas sem preparo prévio e sem qualificação. O aumento
da violência sexual de menores de idade em zona escolar disparou. Em 2023 casos de
denúncia das vítimas de assédio sexual a exemplo de um colégio cívico-militar em
Cornélio Procópio escancaram o que acontece dentro dessas escolas que vendem a
disciplina mas a conquistam com o medo, com a subjulgação, com o
constrangimento.
Ao voltarmos os olhos para as Universidades Públicas Paranaenses
observamos os orçamentos tímidos a políticas de ampliação de vagas, de ampliação
de quadros docentes e técnicos e na ampliação de permanências estudantis
permanentes, a exemplo da construção de moradias estudantis, de restaurantes
universitários com ao menos três refeições diárias e sete dias por semana. Mesmo o
estado do Paraná sendo o 4º estado mais rico do Brasil, seguimos com déficit no
quadro de funcionários, entretanto com incentivo de professores em regime Processo
Seletivo Simplificado (PSS), negando a esses profissionais uma carreira e o
desenvolvimento de vínculo com a rede de educação do município que atua.
Por isso, propomos:
1. Fim dos contratos com plataformas digitais pagas e investimento em
plataformas de servidores criados e gerenciados pelo estado para avaliação e
integração da vida dos docentes. Utilizar estruturas das universidades
públicas para elaborar, desenvolver e acompanhar a execução ao lado da
secretária da educação estadual;
2. Regularização das escolas estaduais cívico-militares, fim do Programa de
Colégios Cívico-Militares; Reestatização da gestão privatizada das escolas
incluídas no Programa Parceiro da Escola;
3. Passe livre estudantil no transporte público municipal e intermunicipal,
garantindo assim o acesso às escolas, universidades e instituições de ensino
para atividades curriculares e extracurriculares de forma ilimitada;
4. Ampliação do sistema de cotas nas universidades públicas do estado, garantia
da democratização do acesso à universidade, com o horizonte do fim do
processo do vestibular, que a universidade seja livre para todo o povo;
5. Programa Paranaense de Alimentação Estudantil para as Universidades
Estaduais, consolidando a construção de restaurantes universitários de preço
acessível e gratuitos para estudantes de baixa renda;
6. Reajuste salarial dos professores e técnicos administrativos de ensino da rede
estadual básica e superior; Abertura de concurso público para suprir a
demanda do estado.
7. Revogação da LGU e a garantia da autonomia das universidades.
8. Garantia da oferta de turnos noturnos nos colégios estaduais do Paraná,
ampliando o acesso à educação e assegurando aos estudantes o direito de
estudar em horários compatíveis com sua realidade, além da reabertura das
turmas de EJA fechadas;
9. Fim da terceirização dos serviços essenciais nas universidades e escolas, pela
abertura de novos concursos públicos;
MORADIA
A crise habitacional no Estado do Paraná atinge proporções alarmantes. Dados da
Pesquisa de Necessidades Habitacionais (Cohapar, 2023) apontam que cerca de meio
milhão de famílias enfrentam a falta de acesso à moradia digna em todo o território
estadual. Esse número reflete não apenas a falta absoluta de casas, mas também a
precariedade extrema, a coabitação forçada e, principalmente, o peso esmagador do
aluguel sobre o orçamento das populações mais vulneráveis. Do total do déficit
paranaense, nota-se uma forte concentração geográfica: apenas 30 dos 399
municípios do Estado respondem por 64% de toda a demanda por habitação.
Cidades-polo de grande relevância econômica como Londrina (com um déficit
superior a 62 mil moradias), Ponta Grossa, Paranaguá, Umuarama e Cascavel
encabeçam a lista
Redes sociais declaradas
Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.
Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.
-
Tayná Miessa 80 (UP): candidata a Governadora pelo PR
Veja quem é Tayná Miessa, número 80 do UP, candidata a Governadora pelo Paraná em 2026. Confira vice, situação, propostas e bens declarados.
gazetadopovo.com.br · 05/09/2026 -
Candidatos a governador do Paraná em 2026: veja nomes, números e biografias
Sergio Moro, Requião Filho e Sandro Alex estão entre os oito candidatos na disputa pela sucessão de Ratinho Junior
infomoney.com.br · 20/08/2026
Fórum de Discussão do Político
Nenhuma discussão iniciada neste fórum ainda. Seja o primeiro a comentar!
Mais votados nesta disputa
Comparativo: Governador em 2026 (PR)
Candidatos Relacionados
Origem dos dados desta página
Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.
Dado público por força de lei
Os dados exibidos nesta página são informações públicas, cuja divulgação é determinada pela Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e pelas Resoluções do TSE sobre publicidade das candidaturas e da prestação de contas eleitorais, pela Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e pela Lei nº 13.709/2018 (LGPD, art. 7º, I e art. 23), que dispensam consentimento para o tratamento de dados de agente público ou candidato a função pública.